INSCRIÇÕES ABERTAS!!! Pós-Graduação - Marketing nas Redes Sociais

Marketing nas Redes Sociais

Pós Graduação (Executive Master)

Introdução

As redes sociais não só vieram para ficar, como são já uma nova forma de comunicar. A evolução da Internet levou a Web para uma nova dimensão. Deixou de ser apenas um canal de comunicação e distribuição, de importância inegável para a maioria das marcas. Passou a ser o ponto de encontro e de partilha. O espaço público das sociedades desenvolvidas. Um novo espaço social, à escala global. É neste contexto que as marcas procuram respostas às novas questões. Como criar valor numa nova dimensão social, onde a publicidade tradicional não é bem acolhida, e cada vez menos eficaz? Como podem as marcas dialogar com os seus consumidores, numa conversa que é liderada e controlada por eles próprios? E como se pode articular um meio disruptivo e inovador, com a visão ainda industrializada da maioria das organizações? Estas e outras questões, são o ponto de partida para a Pós Graduação em Marketing nas Redes Sociais. Um curso que assegura aos seus alunos a aquisição das técnicas de marketing mais relevantes e eficazes para criar marcas mais fortes nas redes sociais. Articulando as mais importantes abordagens teóricas, com a aplicação prática a variadas marcas de diferentes sectores, este curso garante aos seus alunos o domínio e uma especialização única na gestão das redes sociais.

Objectivos

No final desta Pós Graduação todos os alunos serão capazes de dominar as técnicas mais relevantes para potenciar e criar marcas com mais valor a partir da Web Social.

2.ªEDIÇÃO!

força, aqui:
http://www.iade.pt/pt/cursos/p%C3%B3s-gradua%C3%A7%C3%B5es-/marketing-nas-red...

;)

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Os vossos comentarios no twitter e facebook estao tambem na RTP1 e RTPN

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Vídeo - Eleições 2011 - Tempo de Antena do Partido da Nova Democracia - Madeira

Confesso que tive de ver 3x, para confirmar e acreditar que isto não é um ksetch de humor mas é mesmo o vídeo do tempo de antena de um partido, que neste caso nem sei como não chegou aos jornais...
:o

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Publicidade online com vista a crescer fruto da junção dos 2 maiores organismos

A direcção da Associação Europeia de Publicidade Interactiva (EIAA) e o Interactive Avertising Bureaux (IAB) anunciaram na passada quarta-feira, dia 18, que ambas as instituições juntaram forças no sentido de formar uma única associação comercial europeia para representar melhor e apoiar o sector da publicidade online: a IBAS Europa.

A junção vem unir os membros corporativos, trazendo, assim, a adesão de mais de 41 membros corporativos e 27 IABs nacionais, representando os accionistas de toda a economia da publicidade online, incluindo os principais grupos editoriais, publicitários, agências, portais, tecnologia e prestadores de serviços.

Sob a liderança do presidente e CEO Alain Heureux, a missão da IBAS Europa é promover, proteger e demonstrar o valor da indústria europeia da publicidade digital.

A Alison Fennah, directora executiva da EIAA, caberá o papel de vice-presidente para a pesquisa e marketing, assim como a responsabilidade pela expansão das mesmas áreas dos programas da IAB Europa.

No âmbito deste acordo, a IAB Europa estará ainda encarregue de desenvolver o seu portfólio de pesquisa, incluindo os projectos da EIAA como a Mediascope Europa e o Barómetro Marketers Internet Ad, dois projectos de investigação que a indústria da publicidade online tem vindo a invocar como indispensável dentro do sector. Com a existência da IAB Europa, o relatório de custos de publicidade AdEx e a utilização do MCDC e estudo de atitudes, prevê-se que o sector comercial venha a conseguir fornecer os dados e os “conhecimentos vitais para informar e orientar o desenvolvimento deste dinâmico e economicamente importante sector”, revela a associação.

A organização está já focada na protecção da indústria através de um programa de assuntos públicos para educar legisladores e grupos interessados. Com a influência adicional dos membros da EIAA, a IAB Europa ampliará a sua influência e representação de toda a cadeia de valor da publicidade online. Esta actividade continuará a ser liderada por Kimon Zorbas, vice-presidente para os Assuntos Públicos.

Guy Phillipson, presidente da IAB Europa, afirma: “IAB Europa e a EIAA sempre tiverem a mesma visão, nomeadamente para o crescimento da quota de publicidade online e no melhoramento dos conhecimentos dos marketers ao nível dos benefícios do online como meio de publicidade. Combinando a adesão dos associados, a investigação e a perícia das duas associações conseguiremos trazer energia renovada e focarmo-nos assim no apoio e protecção na indústria da publicidade interactiva. Agora que a indústria tomou a iniciativa da auto-regulação perante a Comissão Europeia, é vital que tenhamos uma organização comprometida e com capacidade e que seja a voz de mais de 5.500 companhias associadas de toda a região”.

Já a directora executiva da EIAA, Alison Fennah, revela que “apoiada por todos os grandes chefes da indústria digital na Europa, a fusão do EIAA e da IAB Europa fornecerá os recursos e perspectivas críticas na promoção do desenvolvimento do mercado da publicidade interactiva. A sua visão colectiva e experiência irão permitir construir bases sólidas na indústria e ajudar as empresas e os mercados no crescimento dos seus negócios”.

Laurent Delaporte, vice-presidente da Microsoft Advertising, EMEA explica: “nós, na Microsoft Advertising subscrevemos inteiramente a fusão da EIAA com a IAB Europa, unindo as principais agências, proprietários de meios de comunicação, companhias de investigação e mais de 20 IABs nacionais ao redor da Europa. Combinando os assuntos públicos e as actividades de investigação da região numa única organização, estamos a fortalecer o valor da indústria digital e do marketing interactivo, na Europa, através de uma visão estratégica única”.

Fonte: Multicom

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Vem aí =)

Mmmmmmm!

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Estudo: notícias e sites de notícias

May 9, 2011

Where people Go, How They Get There and What Lures Them Away

By Kenny Olmstead, Amy Mitchell and Tom Rosenstiel

Whatever the future of journalism, much of it depends on understanding the ways that people navigate the digital news environment—the behavior of what might be called the new news consumer. 

Despite the unprecedented level of data about what news people consume online and how they consume it, understanding these new metrics has often proven elusive. The statistics are complicated, sometimes contradictory, and often introduce new information whose meaning is not clear.

To shed more light on Web news behavior, the Pew Research Center’s Project for Excellence in Journalism has conducted an in-depth study of detailed audience statistics from the Nielsen Company. The study examines the top 25 news websites in popularity in the United States, delving deeply into four main areas of audience behavior: how users get to the top news sites; how long they stay during each visit; how deep they go into a site; and where they go when they leave.

Overall, the findings suggest that there is not one group of news consumers online but several, each of which behaves differently. These differences call for news organizations to develop separate strategies to serve and make money from each audience.  

The findings also reveal that while search aggregators remain the most popular way users find news, the universe of referring sites is diverse. Social media is rapidly becoming a competing driver of traffic. And far from obsolete, home pages are usually the most popular page for most of the top news sites.

What users do with news content, the study also suggests, could significantly influence the economics of the news industry. Understanding not only what content users will want to consume but also what content they are likely to pass along may be a key to how stories are put together and even what stories get covered in the first place.

Among the findings:

  • Even the top brand news sites depend greatly on “casual users,” people who visit just a few times per month and spend only a few minutes at a site over that time span.  USAToday.com was typical of most of these popular news sites: 85% of its users visited USAToday.com between one and three times per month. Three quarters came only once or twice. Time spent was even more daunting: When all the visits were added together, fully a third of users, 34%, spent between one and five minutes on the paper’s Website each month.[1] Even if, as some suggest, online data tend to count some users multiple times, inflating the number of casual users and undercounting repeat visits, casual users till would be the largest single group.
  • There is, however, a smaller core of loyal and frequent visitors to news sites, who might be called “power users.” These people return more than 10 times per month to a given site and spend more than an hour there over that time. Among the top 25 sites, power users visiting at least 10 times make up an average of just 7% of total users, but that number ranged markedly, from as high as 18% (at CNN.com) to as low as 1% (at BingNews.com).
  • Even among the top nationally recognized news site brands, Google remains the primary entry point. The search engine accounts on average for 30% of the traffic to these sites.
  • Social media, however, and Facebook in particular, are emerging as a powerful news referring source. At five of the top sites, Facebook is the second or third most important driver of traffic. Twitter, on the other hand, barely registers as a referring source. In the same vein, when users leave a site, “share” tools that appear alongside most news stories rank among the most clicked-on links.
  • When it comes to the age, news consumers to the top news websites are on par with Internet users overall. This stands apart from news consumption on traditional platforms, which tends to skew older, and may bode well for the industry.

All of this suggests that news organizations might need a layered and complex strategy for serving audiences and also for monetizing them. They may need, for instance, to develop one way to serve casual users and another way for power users. They may decide it makes sense to try to convert some of those in the middle to visit more often. Or they may try to make some of their loyal audience stay longer by creating special content. Advertising may help monetize some groups, while subscriptions will work for others.  And the strategy that works best for each site may differ.

What’s more, with the development of mobile, these layers will almost certainly multiply.

The study builds off of our 2010 NetView analysis of the top roughly 200 news sites in the United States, those that, by Nielsen’s count, averaged at least 500,000 unique U.S. visitors per month. In the new report, PEJ narrowed the focus to the top 25 sites.  Despite the rapid growth of eReader and tablet devices, most online news consumption still occurs on browser. Only between 7-10% of the population currently owns a tablet or e-reader. The study, which examined nine months of consumer data spanning the first three quarters of 2010, sheds light on the significance of search aggregators and social networks, the importance of creating a family of related Websites, and hints at which kinds of sites might have more success with paywalls than others.

Footnote:

1.  Some experts believe that traditional online metrics undercount Website loyalty because “unique visitors” actually count computers, not people. So if the same user visits a site from a different computer, he or she would be counted more than once. Still, these numbers suggest that a good deal of online news consumption involves people arriving casually, often through referrals from search engines or social media. This is discussed more in the section on How Users interact with News.

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Experiência sonora ao click maravilhosa!

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VÍDEO - discurso de Obama no jantar da Casa Branca - imperdível

Obama’s speech at White House Correspondents’ dinner (video)


President Barack Obama yucks it up at the 2011 White House Correspondents' Association dinner. (Chris Kleponis/ AFP)
At last year’s White House Correspondents’ dinner, president Obama split sides the old-fashioned way — landing well-timed, dryly delivered, punchlines that lit up everybody from Joe Biden to the JoBros.

On Saturday night, when he wasn’t hurling barbs at Donald Trump, the President hitting the play button. His 20-minute speech was heavy with A.V.-oriented chuckles, a la Bill Clinton’s “The Final Days.”

(**White House Correspondents’ dinner 2011 full coverage**)

Obama stepped up to the podium accompanied by footage of a throbbing birth certificate. There was a mock-trailer for “The King’s Speech,” which spoofed his teleprompter dependency. Somewhere in the middle he projected a snippet from the first five-minutes of “The Lion King,” claiming it to be his birth-video. “I want to make it clear to the Fox News table: that was a joke. That was a children’s cartoon,” quipped Obama. “Call Disney if you don’t believe me, they have the long-form version.”

But in between the clips, there were a few real-time zingers, too.

(Any good Trump jokes? Read on here....)

Here’s a few of the president's primo knee-slappers:

•“When it comes to my presidency, the honeymoon is over. For example, some people now suggest that I’m too professorial. I’d like to address that head on by assigning all of you some reading that will help you draw your own conclusions. Others say that I’m arrogant, but I found really great a self-help tool for this: my poll numbers.

•“Where’s the National Public Radio table? You guys are still here? That’s good, I couldn’t remember where we landed on that. I know you were a little tense when the GOP tried to cut your funding, but, personally I was looking forward to new programming, like, ‘No Things Considered,’ or ‘Wait, Wait, Don’t Fund Me’.”

•“Of course, the deficit is a serious issue. That’s why Paul Ryan couldn’t be here tonight. His budget has no room for laughter.”

•“My buddy, our outstanding ambassador, Jon Huntsman. Now, there’s something you might not know about Jon: he didn’t learn Chinese to go there, oh no. He learned English to come here.”

Read also: White House Correspondents’ dinner sees a less serious Obama

By The Reliable Source  |  02:33 AM ET, 05/01/2011

Aproveitem!
:D

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Recomenda-se: "De quem estamos à espera?… "

De quem estamos à espera?…

Há semanas (a memória já me vai falhando, não sei há quantas, 5 ou 6…) partilhei este vídeo no Facebook e as reacções (sim continuo a escrever com consoantes mudas, esta é uma daquelas que se tirar o “c” parece que estou a falar de suinicultura) foram positivas, o pessoal gostou, falou-se do nosso querido ICEP… nada de mais.

Na altura achei que o video era um postal bonito da Islândia, convidativo, mas talvez por falta de tempo ou mesmo de disponibilidade mental (eu sei, eu sei…) não escrevi o porquê de tudo isto, e o que é que isto têm a ver connosco (Portugal).

É verdade que a Islândia não é um pais perfeito, é verdade que passaram de “hero to zero” num ápice com a crise mundial, devido ao facto (mais, ao erro) de terem uma economia baseada na especulação bancária. Após a desregulamentação do sector bancário nos inícios de 2000, os bancos domésticos expandiram agressivamente as suas operações nos mercados estrangeiros, aceitando depósitos estrangeiros e emprestando no mercado interbancário. Em meados de 2008, os bancos detinham mais de EUR 40 mil milhões em dívida externa,

o Nuno, tal como eu, é colaborador do Cibertransistor, onde podem ler o artigo na íntegra, que desde já recomendo.

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Prosecco italianissimo!

Marvelous. Just marvelous.

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Os 9 tipos de miúdas de baile de finalistas

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Não me perguntem porquê, mas não consigo de deixar de achar alguma piada a este tipo de tops.
LOL

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O melhor anúncio de televisão a um telemóvel que não é um anúncio de televisão

E no dia em que escrevo este post, já lá vão 2 milhões de visualizações.
É obra!

;)

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Homens da Luta - Fotos

DSC00732 by rtppt
DSC00732, a photo by rtppt on Flickr.

e há mais fotos dos Homens da Luta, aqui no flickr da RTP - www.flickr.com/rtppt

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Porque silenciam a ISLÂNDIA? por Francisco Gouveia

Para ter em conta no próximo dia 5 de Junho. 

 

Porque silenciam a ISLÂNDIA?

 

Estamos neste estado lamentável por causa da corrupção interna - pública e privada com incidência no sector bancário - e pelos juros usurários que a Banca Europeia nos cobra.

 

Sócrates foi dizer à Sra. Merkle - a chanceler do Euro - que já tínhamos tapado os buracos das fraudes e que, se fosse preciso, nos punha a pão e água para pagar os juros ao valor que ela quisesse.

 

Por isso, acho que era altura de falar na Islândia, na forma como este país deu a volta à bancarrota, e porque não interessa a certa gente que se fale dele.

 

Não é impunemente que não se fala da Islândia (o primeiro país a ir à bancarrota com a crise financeira) e na forma como este pequeno país perdido no meio do mar, deu a volta à crise.

 

Ao poder económico mundial, e especialmente o Europeu, tão proteccionista do sector bancário, não interessa dar notícias de quem lhes bateu o pé e não alinhou nas imposições usurárias que o FMI lhe impôs para a ajudar.

Em 2007 a Islândia entrou na bancarrota por causa do seu endividamento excessivo e pela falência do seu maior Banco que, como todos os outros, se afogou num oceano de crédito mal parado. Exactamente os mesmo motivos que tombaram com a Grécia, a Irlanda e Portugal.

 

A Islândia é uma ilha isolada com cerca de 320 mil habitantes, e que durante muitos anos viveu acima das suas possibilidades graças a estas "macaquices" bancárias, e que a guindaram falaciosamente ao 13º no ranking dos países com melhor nível de vida (numa altura em que Portugal detinha o 40º lugar).

 

País novo, ainda não integrado na UE, independente desde 1944, foi desde então governado pelo Partido Progressista (PP), que se perpetuou no Poder até levar o país à miséria.

 

Aflito pelas consequências da corrupção com que durante muitos anos conviveu, o PP tratou de correr ao FMI em busca de ajuda. Claro que a usura deste organismo não teve comiseração, e a tal "ajuda" ir-se-ia traduzir em empréstimos a juros elevadíssimos (começariam nos 5,5% e daí para cima), que, feitas as contas por alto, se traduziam num empenhamento das famílias islandesas por 30 anos, durante os quais teriam de pagar uma média de 350 Euros / mês ao FMI. Parte desta ajuda seria para "tapar" o buraco do principal Banco islandês.

 

Perante tal situação, o país mexeu-se, apareceram movimentos cívicos despojados dos velhos políticos corruptos, com uma ideia base muito simples: os custos das falências bancárias não poderiam ser pagos pelos cidadãos, mas sim pelos accionistas dos Bancos e seus credores. E todos aqueles que assumiram investimentos financeiros de risco, deviam agora aguentar com os seus próprios prejuízos.

 

O descontentamento foi tal que o Governo foi obrigado a efectuar um referendo, tendo os islandeses, com uma maioria de 93%, recusado a assumir os custos da má gestão bancária e a pactuar com as imposições avaras do FMI.

Num instante, os movimentos cívicos forçaram a queda do Governo e a realização de novas eleições.

 

Foi assim que em 25 de Abril (esta data tem mística) de 2009, a Islândia foi a eleições e recusou votar em partidos que albergassem a velha, caduca e corrupta classe política que os tinha levado àquele estado de penúria. Um partido renovado (Aliança Social Democrata) ganhou as eleições, e conjuntamente com o Movimento Verde de Esquerda, formaram uma coligação que lhes garantiu 34 dos 63 deputados da Assembleia). O partido do poder (PP) perdeu em toda a linha.

 

Daqui saiu um Governo totalmente renovado, com um programa muito objectivo: aprovar uma nova Constituição, acabar com a economia especulativa em favor de outra produtiva e exportadora, e tratar de ingressar na UE e no Euro logo que o país estivesse em condições de o fazer, pois numa fase daquelas, ter moeda própria (coroa finlandesa) e ter o poder de a desvalorizar para implementar as exportações, era fundamental.

 

Foi assim que se iniciaram as reformas de fundo no país, com o inevitável aumento de impostos, amparado por uma reforma fiscal severa. Os cortes na despesa foram inevitáveis, mas houve o cuidado de não "estragar" os serviços públicos tendo-se o cuidado de separar o que o era de facto, de outro tipo de serviços que haviam sido criados ao longo dos anos apenas para serem amamentados pelo Estado.

 

As negociações com o FMI foram duras, mas os islandeses não cederam, e conseguiram os tais empréstimos que necessitavam a um juro máximo de 3,3% a pagar nos tais 30 anos. O FMI não tugiu nem mugiu. Sabia que teria de ser assim, ou então a Islândia seguiria sozinha e, atendendo às suas características, poderia transformar-se num exemplo mundial de como sair da crise sem estender a mão à Banca internacional. Um exemplo perigoso demais.

Graças a esta política de não pactuar com os interesses descabidos do neo-liberalismo instalado na Banca, e de não pactuar com o formato do actual capitalismo (estado de selvajaria pura) a Islândia conseguiu, aliada a uma política interna onde os islandeses faziam sacrifícios, mas sabiam porque os faziam e onde ia parar o dinheiro dos seus sacrifícios, sair da recessão já no 3º Trimestre de 2010.

 

O Governo islandês (comandado por uma senhora de 66 anos) prossegue a sua caminhada, tendo conseguido sair da bancarrota e preparando-se para dias melhores. Os cidadãos estão com o Governo porque este não lhes mentiu, cumpriu com o que o referendo dos 93% lhe tinha ordenado, e os islandeses hoje sabem que não estão a sustentar os corruptos banqueiros do seu país nem a cobrir as fraudes com que durante anos acumularam fortunas monstruosas.

Sabem também que deram uma lição à máfia bancária europeia e mundial, pagando-lhes o juro justo pelo que pediram, e não alinhando em especulações. Sabem ainda que o Governo está a trabalhar para eles, cidadãos, e aquilo que é sector público necessário à manutenção de uma assistência e segurança social básica, não foi tocado.

Os islandeses sabem para onde vai cada cêntimo dos seus impostos.

 

Não tardarão meia dúzia de anos, que a Islândia retome o seu lugar nos países mais desenvolvidos do mundo.

O actual Governo Islandês, não faz jogadas nas costas dos seus cidadãos. Está a cumprir, de A a Z, com as promessas que fez.

 

Se isto servir para esclarecer uma única pessoa que seja deste pobre país aqui plantado no fundo da Europa, que por cá anda sem eira nem beira ao sabor dos acordos milionários que os seus governantes acertam com o capital internacional, e onde os seus cidadãos passam fome para que as contas dos corruptos se encham até abarrotar, já posso dar por bem empregue o tempo que levei a escrever este artigo. 

 

Francisco Gouveia, Eng.º

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RTP é a primeira empresa de Media portuguesa no foursquare

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Class of 2010/11 no 5 Para a Meia-Noite

...depois de 3h de aula de Activação e Gestão de Comunidades
;)

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TwitTV - uma televisão na web feita pelos tweets dos users

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como este Kutimen é um génio do remix




muito bom
:P

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maravilhoso vídeo remix

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The Gift - The Singles



marvelous second song!
;)

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Gestão de Conteúdos ou Gestão de Marcas? Qual a primeira verdadeira preocupação para a web?

na grande maioria dos casos, o que ainda hoje temos é a transposição das marcas dos restantes meios para a Web. Muitas das vezes, do mesmo grupo, canibalizando-se até. Todos temos feito o mesmo – experimentado, testado, aproveitado o capital de credibilidade, relevância e a atracção automática de uma audiência fiel como garante de um mínimo de sustentabilidade. Mas fará isto ainda sentido, lato senso? Porque simplesmente os conteúdos já estão feitos e disponíveis, deverão as marcas estar na Web, todas elas, simplesmente porque sim, porque é possível, porque há ‘espaço’? Não deveriam as empresas também dedicar a mesma preocupação em criar marcas na Web como fizeram para criar uma marca para a imprensa, a rádio ou a tv? Ou pelo menos equacioná-lo mais vezes? Porque todas as marcas se atiram para a Web misturando-se muitas vezes caoticamente no seio do mesmo grupo? Será apenas para não frustrar os subscritores a irem ao Google e descobrirem que a sua marca, afinal,  não tem site e não pode assim encontrar as peças que lê/ouve/vê no meio original?

Grupos de comunicação social detêm por vezes dezenas de marcas. E esta riqueza é também um desafio. Eu diria aliás: o desafio.

podem ler o artigo completo no link acima do Cibertransistor.
;)

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Darth Vader invade o superbowl e mata a tradição - via Cibertransistor.com

Darth Vader invade o superbowl e mata a tradição

Para quem não viu, este é o vídeo publicitário que marcou a edição do clássico top de anúncios que anualmente se desunham para disputar a liderança no intervalo da mítica final de Futebol Americano. Chama-se “The Force”, é da Volkswagen e pretende apenas anunciar o novíssimo Passat em terras do Tio Sam, e para isso foi buscar um juvenil Darth Vader. Ora vejam:

A razão porque trago aqui o vídeo

Para ler na íntegra, aqui:
http://cibertransistor.com/2011/02/16/darth-vader-invade-o-superbowl-e-mata-a...

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Cassetes, Cassetes e mais Cassetes - design das capas

obrigado pela dica, João Oliveira!!!!
:D

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excelente post do Filipe Marques

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A experimentar - SAPO a5

so far looking good; único aspeto a considerar até agora, num primeiríssimo contacto, é a bateria quando em uso intensivo de web.

No geral, por 150€, está a ser uma grande surpresa.
Veremos perante uso intensivo nos proxs dias.

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Google TV – isto é internet na televisão, ou é mesmo só aplicações, ou é outra coisa qualquer? | Cibertransistor.com

Google TV – isto é internet na televisão, ou é mesmo só aplicações, ou é outra coisa qualquer?

Primeiro de tudo, vejamos para os que ainda não viram ou não sabem, o que é a Google TV:

Verdadeiramente, a Google TV existe, mas ainda não “é”. Por um lado e até pelo nome, tem o condão de não deixar ninguém indiferente. Mas por outro parece que todos acham tudo da Google Tv, mas verdadeiramente e falando com tempo, percebemos que há pelo menos umas 5 ideias diferentes do que cada um “acha” que é a Google TV…

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Júlia Pinheiro vs. Conan O’Brien vs. Fátima Lopes

Júlia Pinheiro vs. Conan O’Brien vs. Fátima Lopes

Parecerá à primeira vista estranho ou despropositado ou só mesmo uma mera provocação ter estes 3 nomes da televisão juntos no mesmo título. Mas não é. Nada disso.

Em comum, como é fácil de perceber, Júlia Pinheiro, Conan O’Brien e Fátima Lopes são apresentadores de programas de televisão (entre outras coisas, obviamente, e por ordens de grandeza que a cada um importará de formas diferentes, que isto sejamos livres de escolher como bem queremos).

O que aqui interessa e talvez seja um excelente sub-título é:
“A que não foi  -  O que conseguiu  -   A que não se sabe”
Curiosos? Passo a explicar.

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Mudanças na direcção da Google

Larry Page taking over as Google CEO, Eric Schmidt will remain as Executive Chairman

Google's Q4 financial results press release contains a bombshell: as of April 4, co-founder Larry Page (on the far right, above) will replace Eric Schmidt as CEO and assume responsibility for day-to-day operations and product development and strategy. That doesn't mean Schmidt is leaving -- he'll carry on as Executive Chairman and serve as an advisor to Page and co-founder Sergey Brin, focused on external things like "deals, partnerships, customers and broader business relationships, government outreach and technology thought leadership." As for Sergey, he'll now "devote his energy to strategic projects, in particular working on new products," with the simple title of Co-Founder.

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Oprah Winfrey Network

Para os mais distraídos, informa-se por aqui que Oprah Winfrey – essa mesmo, a senhora que várias vezes foi já personalidade do ano ou votada como mulher mais influente da América ou que alguns preferem recordar como “a que ofereceu umas dezenas de automóveis no final de um dos seus programas” – lançou neste 1 de Janeiro de 2011 o seu canal de televisão: OWN – Oprah Windrey Network.

alguma reflexão sobre Oprah Winfrey e os programas e figuras do seu canal no cabo, no Cibertransistor

;)

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Transmedia - um pouco da minha história com Transmedia

Graças ao esforço da responsável pelos projectos de TV Interactiva na EBU (rede de operadores públicos europeus de televisão e rádio), Nicoletta Iacobacci, eu e uns quantos sortudos que até aí estavam fartos de fazer Tv, Rádio e Web de forma desintegrada pudemos, então, tomar contacto com alguns dos principais projectos nesta área, figuras de proa e até ir aprendendo directamente com os próprios.

A chance mais recente foi em 2010 com Jeff Gomez, que também em 2010 explicou como este processo de Transmedia havia já dado origem na Producer’s Guild of America à categoria técnica de nome próprio e como, para a própria Coca-Cola, havia sido a sua empresa, a Starlight, a dar eco ao sucesso da campanha “Hapiness Factory”, que havia

para ler na íntegra no link do cibertransistor
;)

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Trabalhar de graça...

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FELIZ 2011

acho que diz tudo
;)

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"Portugueses gastam menos 22,7% em compras este Natal"... É A CRISE!

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UploadLisboa 2010 - sábado dia 11 pela manhã com "Social Media... TV"

ideias e sugestões são aceites e ainda vêm a tempo
;)

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MailOnline: what is the secret of its success?

The BBC is the country's most popular news website but Yahoo is second (ahead of MailOnline) and MSN news is larger than the Daily Mirror's site. A growing number of consumers get their news and information from social media sites such as Facebook, which now accounts for one in every six page visits in the UK, according to Experian Hitwise. When Facebook went down for two hours recently, MailOnline's traffic increased by 25%.

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publicidade - da velha Tv para a nova Tv

Just two years ago, Sorosh Tavakoli showed informitv a demonstration of its online video advertising platform on a laptop. It looked promising but the prospect of entering a market dominated by companies like Google appeared daunting.

In March 2010 his start-up company received £3 million in venture capital investment and it now employs 35 people. Richard Titus, the co-founder of Schematic and a former controller of future media at the BBC, has joined as a non-executive director. The company, which is based in Stockholm and London, has also signed RTL as a client, among other broadcasters.

“We’re seeing the market just exploding for us,” says Sorosh. “The new TV is really happening. The reason we exist is the big shift in consumption going from the old TV to the new TV. The old TV is linear broadcast — everyone gets the same adverts. In the new TV world it’s on demand, it’s delivered by IP, it’s interactive, and it can be on any screen. The advertising also needs to be dynamic. The way the new TV will be monetised will be quite different from the old TV.”

“When we started we were very much a niche player. A lot of the potential clients we talked to saw online video as a niche thing within their online offering. They were only publishing video on their web sites in a flash player. Some of them were syndicating content. Now everybody already has or plans to launch iPhone apps, android apps, or an HTML 5 version of their web site. They syndicate content to Xbox and PlayStation, and they’re thinking about YouView. This is no longer just a part of their web site. It’s something on its own.”

Videoplaza sees this as a significant opportunity because it believes established online display advertising solutions, such as DoubleClick, now owned by Google, do not adequately address the requirements of video across all these platforms.

Clients are also suspicious. “Most of our clients don’t like Google. They believe Google is evil because they’re eating their lunch. Many of the publishers we talk to that are not comfortable with Google stealing their revenues and having access to all their data.”

The founder of Videoplaza recognises that Google, which through YouTube is the leading player in online video, has enormous resources with which to compete. “I assume they will at some stage say they need to be in this space and buy their way in.”

He does not concede the prospect of selling out, just yet, so how does Videoplaza differentiate its platform?

“It’s a technology play — pure software as a service. We’re always on the side of the publishers. We are enablers. We enable them to use their inventory in the most efficient way. We don’t compete with them in terms of selling ads. They simply pay us for serving the ads. The more ads they serve, the more they pay us.”

At the moment, he says, online video adverts are generally sold by the online team, but this function is beginning to merge with the main airtime sales business.

Many broadcasters can sell as many as they can deliver and maintain good cost per thousand rates. “You always hear two different things,” he jokes. “If you speak to the agencies, they say they never pay more than ten quid. Then the broadcasters say they never charge less than twenty. So it’s somewhere around £15-20. Then there are always advertising networks doing £7-10.”

With broadcasters and other video publishers experimenting with other monetisation models, Sorosh does not believe that they will rely exclusively on advertising revenue. “They don’t need to,” he says. “They may have a mixed model. I’m not advocating that advertising is the only way. I think we’ll see freemium being the model moving forward. It’s all about finding the right recipe for you and your content.”

Videoplaza started out supporting Flash but now also supports Silverlight and HTML5. “We very much believe in HTML5,” he says. “We see it as becoming an open standard. It’s not even a standard yet. We really hope that’s where things will end up but for the coming couple of years Flash will be very dominant.”

With the ability to deliver video to the television screen, online video advertising is being taken more seriously. “We’re waiting for the killer app for the living room. We know it’s going to come. No-one will know who the winner will be. It could be YouView. It could be Apple TV, Google TV, Boxee, or maybe none of them, maybe another one five years down the road. That’s when we see the big budgets shifting from the old TV to the new TV.”

Sorosh Tavakoli, the founder and chief executive of Videoplaza, was interviewed by William Cooper exclusively for Connected Vision © 2010 informitv.

www.videoplaza.com

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iPad à venda em Portugal já amanhã?

e o cúmulo da trapalhice... lol

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tablets abaixo dos 250 euros... já começou - - YES!

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Anúncio: um sorriso que pára uma cidade - São Paulo / brastemp

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Natal Coca-Cola

Ele aí está, em primeira mão, o spot publicitário de Natal da Coca-Cola.
;)

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OT2010 - em directo com os 15 concorrentes em exclusivo para a web depois do final da gala de hoje em www.rtp.pt/ot

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Operação Triunfo 2010: a minutos do arranque, o ambiente nos corredores em volta do estúdio

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OT 2010 - estreia hoje! E já estamos em ensaios ;)

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Operacao Triunfo 2010 - estreia das galas hoje com emissao exclusiva de camara web em www.rtp.pt/ot

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Estreia Operação Triunfo! Hoje. Com camara exclusiva e live.chat para a web em www.rtp.pt/ot

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NOVO MySpace

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YouTube - Old Spice Responses Case Study

Old Spice Responses Case Study

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Andy Grammer

o melhor mesmo é que isto é uma forma de colocar as pessoas a repetir a experiência - vide: aumentar a repetição de escuta da música, factor essencial para 'entrar no ouvido'.
;)

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Vídeo: 4 golos de Cristiano Ronaldo

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Pós-Graduação em SOCIAL MEDIA MKT

Meus caros, muito me apraz comunicar que a 1.ª reunião do grupo docente já teve lugar e que estamos extremamente entusiasmados com este projecto.

Melhor de tudo, contem com uma pós-graduação dada por pessoas que acreditam na Media Social, mas que nunca descurarão de lhe apontar os defeitos e até mesmo aqui e ali a colocar em causa. Aprendamos, portanto!
=D

Link para a pós-graduação:
http://www.iade.pt/default.aspx?SqlPage=content&CpContentId=286940

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como serão os próximos 5 anos em termos da Media Social?

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Pós-Graduação SOCIAL MEDIA MARKETING

 

Pós-Graduação
SOCIAL MEDIA MARKETING*

 

Coordenador: João Lemos Diogo

 

 

As redes sociais são o novo espaço público. Uma nova dimensão de diálogo a nível global. A Web social assume-se como uma nova janela de oportunidades para as empresas. Mas também representa uma dor de cabeça para as marcas que não sabem como participar nesta nova forma de dialogar. Saber como criar valor a partir das redes sociais tornou-se uma competência fundamental para todos os profissionais. Uma especialização única assegurada pela Pós-Graduação em Social Media Marketing que reúne os melhores profissionais e as empresas que lideram a Web Social.

 

Parceiros:

 

 

Porquê fazer esta Pós Graduação?
As redes sociais não só vieram para ficar, como são já uma nova forma de comunicar. A evolução da Internet levou a Web para uma nova dimensão. Deixou de ser apenas um canal de comunicação e distribuição, de importância inegável para a maioria das marcas. Passou a ser o ponto de encontro e de partilha. O espaço público das sociedades desenvolvidas. Um novo espaço social, à escala global.


É neste contexto que as marcas procuram respostas às novas questões. Como criar valor numa nova dimensão social, onde a publicidade tradicional não é bem acolhida, e cada vez menos eficaz? Como podem as marcas dialogar com os seus consumidores, numa conversa que é liderada e controlada por eles próprios? E como se pode articular um meio disruptivo e inovador, com a visão ainda industrializada da maioria das organizações?


Estas e outras questões, são o ponto de partida para a Pós Graduação em Social Media Marketing. Um curso que assegura aos seus alunos a aquisição das técnicas de marketing mais relevantes e eficazes para criar marcas mais fortes nas redes sociais. Articulando as mais importantes abordagens teóricas, com a aplicação prática a variadas marcas de diferentes sectores, este curso garante aos seus alunos o domínio e uma especialização única na gestão das redes sociais.

 


O que torna esta Pós-Graduação diferente?
A maioria dos cursos aborda a Internet num sentido muito generalista: do comércio electrónico ao webmarketing, dos direitos de autor à publicidade online, do design gráfico à programação. Esta Pós-Graduação tem uma preocupação mais objectiva e concreta: a gestão das redes sociais. E por isso, seleccionou as competências mais importantes e fundamentais para gerir marcas na Web social. Desta maneira, os alunos têm a certeza que vão apenas abordar as variáveis que são fundamentais para gerir e criar valor nas redes sociais.


A par do rigor científico e académico das várias unidades curriculares, esta Pós Graduação seleccionou ainda um corpo docente 100% composto por profissionais na gestão de conhecimento e das plataformas da Web Social. Desta maneira, este curso assegura que os seus alunos terão uma formação eminentemente prática e orientada para as necessidades das empresas, propondo as melhores soluções, para os problemas reais das organizações.


Aos alunos da Pós-Graduação em Social Media Marketing, é ainda assegurado um contacto directo com algumas das principais empresas que lideram a Web Social. Assim, este curso assegurou parcerias exclusivas com o Facebook, Google Portugal, Marktest, RTP, SAPO e Portugal Telecom, entre muitas outras empresas. Através de workshops intensivos, os alunos vão dialogar e trabalhar directamente com os líderes que marcam as tendências e a evolução futura da Web social, em Portugal e no Mundo.

 

 

Objectivos:
No final desta Pós Graduação todos os alunos serão capazes de dominar as técnicas mais relevantes para potenciar e criar marcas com mais valor a partir da Web Social.

 

  • Conhecer as necessidades, comportamentos e motivações dos consumidores online;
  • Aprender a diagnosticar e a definir um modelo e uma presença estratégica nas Redes Sociais;
  • Criar valor a partir dos relacionamentos criados na Web social entre a marca e os seus públicos;
  • Conhecer os principais e mais recentes casos de estudo de marcas nacionais e internacionais;
  • Aplicar com eficácia as mais comprovadas técnicas e campanhas de marketing para a Web social;
  • Construir e aplicar um plano de marketing e de gestão da marca aplicado às redes sociais.

 

 

Estrutura da Pós-Graduação:

Competências/
Curso

Conteúdos Genéricos

Carga Horária

Gestão Estratégica de Redes Sociais

  1. Estrutura e arquitectura das redes Sociais
  2. Selecção dos melhores canais para o diálogo com as marcas
  3. Definir e implementar um plano estratégico para a Web Social
  4. Gestão do Mix da Media Social
  5. Plano de marketing adaptado à Web Social

30h

Social Media Brand Marketing

  1. A Media Social no Mix de Comunicação
  2. A gestão da marca na Internet
  3. Criação de notoriedade e valor através das redes Sociais
  4. A comunicação da marca na Web Social
  5. Estratégias de gestão da marca nas redes sociais

20h

e-Consumidores

  1. O comportamento de consumo online e offline
  2. As motivações e retracções na Web social
  3. Os novos Grupos de consumo e de influência na Web
  4. As novas regras de segmentação e posicionamento

15h

Social Media Metrics

  1. Definição de objectivos e audiências
  2. Novos públicos e principais targets da Media Social
  3. Métricas para conteúdo, relevância e impacto
  4. Principais ferramentas de aferição e avaliação da Internet
  5. Desenvolvimento de uma estratégia de aferição de métricas tangíveis e intangíveis

15h

Activação e gestão de comunidades

  1. Potenciar a lealdade das marcas através das comunidades
  2. Construção, activação e gestão de comunidades online
  3. Definição e implementação de um plano de Community Building

20h

Social Media
Web Design

  1. Impacto do design no sucesso das acções de Media Social
  2. Social Networking Design: regras e princípios
  3. Usabilidade e experiência de consumo e interacção
  4. Integração do design da marca nas redes sociais
  5. Casos de estudo e exercícios de aplicação prática

15h

Social Networking Software

  1. Principais plataformas de software social e colaborativo
  2. Definição e selecção das melhores ferramentas de edição e comunicação online para empresas
  3. Selecção, definição e instalação em função da estratégia para as redes sociais

15h

Projecto aplicado

Aplicação prática das diferentes competências, técnicas e modelos apreendidos durante o curso com a realização de um plano integrado de Social Media Marketing, aplicado a uma empresa ou a uma marca

  1. Definição e implementação da estratégia mais adequada para a marca
  2. Criação de vantagens competitivas para a empresa através das redes sociais
  3. Definição do modelo de participação da marca na Web Social
  4. Criação e implementação de um plano de Social Media Marketing ajustado à empresa, ou às marcas de consumo.

20h

Workshop
“Web Analytics em Portugal”

  1. Segmentação e definição de audiências na Internet Portuguesa
  2. Aferir o sucesso de uma campanha na internet e avaliar o quadro de retorno possível
  3. Definição de metas e objectivos em linha com a estratégia da marca
  4. Conhecer as principais ferramentas nacionais de medição e avaliação de audiências na Internet

Participação especial: Marktest

2h

Workshop
“Build a Social Media Campaign”

  1. Conhecer as técnicas mais eficazes para activar uma campanha no Facebook
  2. Conhecer os principais casos de estudo nacionais e internacionais

Participação especial: Facebook

2h

Workshop
“Tendências e Inovação na Web Social portuguesa”

  1. Modelos de desenvolvimento do Maior portal nacional
  2. Ferramentas de comunicação e activação de comunidades com recurso a ferramentas portuguesas
  3. Gestão holística das redes sociais em Portugal

Participação especial: SAPO

2h

Workshop
“A Comunicação Social na Web Social”

  1. Comunicação social na Web social: oportunidades e desafios
  2. As fontes, o diálogo e o controlo da notícia nas redes
  3. Quando as marcas são a notícia na Web

Participação especial: RTP

2h

Workshop
“Potenciar o Capital da Marca através da Internet”

  1. Definir um mix de comunicação na Internet e nas redes sociais
  2. Executar uma estratégia de activação da marca a nível global
  3. Avaliar e aferir o retorno ao nível das acções, lealdade influências e consumo

Participação especial: Google

2h

 

Ano lectivo com uma carga horária total de 160 horas, dividido por 2 semestres.

 

Os participantes no programa obterão um total de 30ECTS (Créditos Académicos) que poderão utilizar posteriormente na conclusão da licenciatura / mestrado, à luz do novo enquadramento legal do Processo de Bolonha.

 


Realização das sessões e horário
Curso de frequência em regime Pós-Laboral.
Terças e Quintas-feiras, entre as 19h00 e as 23h00.

 

 

Corpo Docente (síntese curricular)
João Lemos Diogo, Responsável Marketing Corporativo e Gestão de Marca na RTP

Licenciado em Marketing e Publicidade pelo IADE, detém uma pós graduação em e-Business pela UAL e um MBA pelo ISCTE. Possui um Mestrado em Gestão de Empresas pelo ISCTE, com especialização na área da Gestão de Marcas e Capital da Marca. Prepara um doutoramento na área do capital da marca (brand equity).
É autor do livro «Marcating – Gestão Estratégica da marca», editado em 2008. Profissional activo nas áreas de marketing e gestão de marcas desde 1992, em empresas como a Sonae Distribuição, Impala Editores, Jazztel, Initiative e Brand Connection. Actualmente é responsável pela área de marketing Institucional e de Televisão da RTP, sendo responsável pela coordenação da gestão das marcas RTP1, RTP2, RTPN e RTP Memória. É docente das unidades curriculares de Gestão de marcas no IADE, e no IPAM em Lisboa, e coordenador da Pós-Graduação em Branding e Gestão de Marcas.


Francisco Pereira – Director de Research Carat Portugal e Social Media Consultant at Upageit

Formado em Marketing pelo Instituto Português de Administração de Marketing – IPAM, tem ainda uma especialização em Gestão de Negócios na Internet pela Universidade Católica Portuguesa. Trabalha activamente há 16 anos na área de Research de Agências de Meios, tendo integrado departamento de research de empresas como a TMP (The Media Partnership); Tempo Media/Tempo OMD; Carat. Desde sempre ligado ao Research e Planeamento de Media, esteve em contacto ou envolvido no planeamento estratégico de marcas/anunciantes como Unicer, Fima, Iglo, Lever-Elida Gibbs, Lever-Detergentes, Henkel, Ausónia, Portugal Telecom, Renault, Centralcer, TMN, Johnson & Johnson, Philips, Montepio Geral, Cofidis, Kellogs, GSK. É colaborador ocasional de Revistas/Jornais da área da Media e Publicidade – Meios e Publicidade, Briefing, Diário Económico, Jornal de Negócios, Expresso, Agência Lusa; é ainda orador convidado e conferencista regular em diferentes encontros e seminários.


Director de Research da Carat, pertencente ao universo AEGIS Media, que engloba em Portugal as unidades Carat e View/Isobar a unidade Digital.  Participa em termos Internacionais (Grupo Carat), em grupos de trabalho, para áreas como Research, Interactive e Novos Projectos. Social Media Consultant em alguns projectos (Upageit; Prodidáctico). Membro da ESOMAR – European Society for Opinion and Marketing Research - ESOMAR  desde Janeiro de 1996. Sócio da APPM – Associação Portuguesa dos Profissionais de Marketing


Representante da APAP (Associação Portuguesa Agências de Publicidade) no Conselho Técnico Consultivo da CAEM (Comissão de Análise de Estudos de Meios) para o meio Rádio – 2002/2008. Membro do Conselho Técnico Consultivo da CAEM (Comissão de Análise de Estudos de Meios) para o meio Imprensa, Radio e Internet – desde 1998/2008.

 

Ricardo Tomé – Responsável pelo Marketing Digital do Grupo RTP
Actualmente é responsável pela área de Marketing Digital e Interactividade Web da RTP, coordenando a gestão e extensão das marcas RTP e programas no sítio www.rtp.pt, bem como nas redes sociais.Esteve na génese do sítio da RTP, bem como passam por si algumas das principais parcerias internacionais (YouTube, Google, Facebook, Sapo-Vídeos, ...). Evangelizador de novas formas de comunicação, partilha e interactividade online, da web-analytics, creative-commons e ainda divulgador do modelo MoJo em acções de Informação (e.g. Eleições 2009), foi ainda o 1.º representante português convidado para o grupo criativo europeu TV Under 30's.


Docente das unidades curriculares de Gestão Estratégica de Redes Sociais e ainda Activação e Gestão de Comunidades da Pós-Graduação em Social Media Marketing no IADE, em Lisboa. Regularmente é também orador convidado para diversos encontros nacionais e internacionais relacionados com a Web Social e Crossmedia/Transmedia.

 

João Miguel Maia – Director geral da Karma Consulting
Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e Computadores, ramo de Sistemas de Computadores, pelo Instituto Superior Técnico (Universidade Técnica de Lisboa). Desempenha actualmente funções como Director Geral da empresa Karma Consulting, tendo também a seu cargo a Direcção de Projectos assumindo a responsabilidade pela gestão e implementação dos projectos internacionais e nacionais de maior dimensão, como a implementação da plataforma colaborativa e social My-Currency (USA), framework de colaboração e gestão do conhecimento da PFI Knowledge Solutions e portal da Jane Press (UK), entre outros.


Foi Gestor de Projectos e Coordenador Sénior da área Microsoft da Edinfor-LogicaCMG e Gestor de Projectos na eB-Focus S.A. (grupo Tecnidata) sendo o responsável pela área de desenvolvimento de Intranets como o Portal Intranet do Exército Português, Portal Corporativo da Cimpor, SAMS, TVI, DGITA e outros, com tecnologia Microsoft SharePoint Portal Server e BizTalk Server. Colaborou na Deloitte Consulting como Consultor Sénior e Especialista/Arquitecto J2EE, no Projecto do banco BES (ESI) na re-engenharia e desenvolvimento de uma solução de grande dimensão para Gestão de Carteiras. Refere-se ainda a sua colaboração na empresa Think como Team Leader na implementação de uma plataforma para integração entre empresas no âmbito da empresa Alemã Ponton Consulting (Hamburgo).

 

André Zeferino – Senior Partner na Work Value (áreas Marketing research e Usability)

 

 

Orientação pedagógica e metodologia de ensino
Sendo um curso fortemente orientado para as empresas, a aprendizagem na Pós-Graduação em Social Media marketing é essencialmente prática. Para isso, foram seleccionadas as disciplinas fundamentais nos processos de diálogo e relacionamento na Web social, com um enquadramento e aplicação nos casos práticos que serão desenvolvidos.


Desta forma, assegura-se uma formação académica fortemente orientada para atingir resultados com elevado impacto no mundo profissional; garantindo aos seus alunos, não só uma rápida e consistente tomada de conhecimentos, como novas capacidades de gestão para o seu quotidiano profissional.

 

 

Avaliação
A avaliação será efectuada fundamentalmente a partir da aplicação prática dos conhecimentos adquiridos pelos participantes, tendo em conta as suas próprias experiências profissionais, com recurso a exames específicos, casos de estudo e trabalhos individuais ou de grupo com exposição e debate em aula.


A opção de vários workshops ao longo do ano lectivo, reforça ainda a componente prática do curso, permitindo aos alunos estabelecerem as devidas relações causa-efeito entre a teoria apreendida durante as aulas e as noções e experiências práticas partilhadas pelos profissionais convidados a participarem nas várias sessões.


Ao nível dos workshops destacamos as sessões exclusivas com algumas das empresas mais activas e influentes na media social: Facebook, Google, Portugal Telecom e Sapo, RTP, Marktest, entre outras.

 

 

Candidaturas
Número de inscrições limitadas a 25 alunos.
Requisitos de admissão ao curso passam por deter pelo menos uma Formação Superior ao nível da licenciatura ou, em alternativa, deter uma experiência profissional comprovada na área do marketing digital, da programação ou na criação e gestão de websites.

 


Documentação necessária:

  • Preenchimento de ficha de candidatura incluindo carta de motivação
  • Certificado de Habilitações
  • Currículo académico e ou profissional
  • Boletim de Vacinas
  • Fotocópia de BI e Cartão de Contribuinte ou Cartão de Cidadão
  • Entrevista com a comissão de admissão

O IADE reserva ainda o direito de solicitar uma prova de admissão (análise curricular académica e profissional, prova e entrevista).

 

 

Investimento
3200€
Processo de Admissão: 220€, até 30 de Junho de 2010 170€

 

Manual: PÓS-GRADUAÇÃO SOCIAL MEDIA MARKETING

Ficha de inscrição

 

Local de realização


IADE, Lisboa
Av. D. Carlos I , nº4
1200 Lisboa

 

Informações e inscrições: telmo.silva@talentuniversities.com
Telefone: 213939600

Horário de Atendimento: 2ª a 6ª das 14h30 às 20h

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Música do Anúncio ao Windows Phone 7

alguém sabe qual é?

=\

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Nokia + Pamela Anderson

O Nokia N8 está a concentrar as atenções do mercado, não só por incluir uma câmara de 12 MP mas também porque vai ser promovido pela Pamela Anderson.

Pamela Anderson vai promover Nokia N8

As expectativas em redor do lançamento do Nokia N8, o próximo terminal topo de gama da Nokia, baseado no sistema operativo Symbian^3 e com câmara de 12 MP, são grandes.

Segundo o Mashable, o dispositivo será lançado já a 30 de Setembro e para chamar a atenção para o terminal, a Nokia contratou Pamela Anderson e Ed Westwick para aparecerem num pequeno filme rodado inteiramente com o Nokia N8.

Não há grandes informações sobre o argumento do filme, apelidado de The Commuter, mas sabe-se que haverá um concurso que dará a oportunidade a dois fãs de entrar no mesmo.

humm... a Pamela Anderson a promover o novo N8 da Nokia?
das duas uma, ou a Pamela já é vintage, ou a marca finlandesa pode estar um pouco a ver uma estratégia que eu desconheço.
?

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