Vídeo - Eleições 2011 - Tempo de Antena do Partido da Nova Democracia - Madeira

Confesso que tive de ver 3x, para confirmar e acreditar que isto não é um ksetch de humor mas é mesmo o vídeo do tempo de antena de um partido, que neste caso nem sei como não chegou aos jornais...
:o

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Publicidade online com vista a crescer fruto da junção dos 2 maiores organismos

A direcção da Associação Europeia de Publicidade Interactiva (EIAA) e o Interactive Avertising Bureaux (IAB) anunciaram na passada quarta-feira, dia 18, que ambas as instituições juntaram forças no sentido de formar uma única associação comercial europeia para representar melhor e apoiar o sector da publicidade online: a IBAS Europa.

A junção vem unir os membros corporativos, trazendo, assim, a adesão de mais de 41 membros corporativos e 27 IABs nacionais, representando os accionistas de toda a economia da publicidade online, incluindo os principais grupos editoriais, publicitários, agências, portais, tecnologia e prestadores de serviços.

Sob a liderança do presidente e CEO Alain Heureux, a missão da IBAS Europa é promover, proteger e demonstrar o valor da indústria europeia da publicidade digital.

A Alison Fennah, directora executiva da EIAA, caberá o papel de vice-presidente para a pesquisa e marketing, assim como a responsabilidade pela expansão das mesmas áreas dos programas da IAB Europa.

No âmbito deste acordo, a IAB Europa estará ainda encarregue de desenvolver o seu portfólio de pesquisa, incluindo os projectos da EIAA como a Mediascope Europa e o Barómetro Marketers Internet Ad, dois projectos de investigação que a indústria da publicidade online tem vindo a invocar como indispensável dentro do sector. Com a existência da IAB Europa, o relatório de custos de publicidade AdEx e a utilização do MCDC e estudo de atitudes, prevê-se que o sector comercial venha a conseguir fornecer os dados e os “conhecimentos vitais para informar e orientar o desenvolvimento deste dinâmico e economicamente importante sector”, revela a associação.

A organização está já focada na protecção da indústria através de um programa de assuntos públicos para educar legisladores e grupos interessados. Com a influência adicional dos membros da EIAA, a IAB Europa ampliará a sua influência e representação de toda a cadeia de valor da publicidade online. Esta actividade continuará a ser liderada por Kimon Zorbas, vice-presidente para os Assuntos Públicos.

Guy Phillipson, presidente da IAB Europa, afirma: “IAB Europa e a EIAA sempre tiverem a mesma visão, nomeadamente para o crescimento da quota de publicidade online e no melhoramento dos conhecimentos dos marketers ao nível dos benefícios do online como meio de publicidade. Combinando a adesão dos associados, a investigação e a perícia das duas associações conseguiremos trazer energia renovada e focarmo-nos assim no apoio e protecção na indústria da publicidade interactiva. Agora que a indústria tomou a iniciativa da auto-regulação perante a Comissão Europeia, é vital que tenhamos uma organização comprometida e com capacidade e que seja a voz de mais de 5.500 companhias associadas de toda a região”.

Já a directora executiva da EIAA, Alison Fennah, revela que “apoiada por todos os grandes chefes da indústria digital na Europa, a fusão do EIAA e da IAB Europa fornecerá os recursos e perspectivas críticas na promoção do desenvolvimento do mercado da publicidade interactiva. A sua visão colectiva e experiência irão permitir construir bases sólidas na indústria e ajudar as empresas e os mercados no crescimento dos seus negócios”.

Laurent Delaporte, vice-presidente da Microsoft Advertising, EMEA explica: “nós, na Microsoft Advertising subscrevemos inteiramente a fusão da EIAA com a IAB Europa, unindo as principais agências, proprietários de meios de comunicação, companhias de investigação e mais de 20 IABs nacionais ao redor da Europa. Combinando os assuntos públicos e as actividades de investigação da região numa única organização, estamos a fortalecer o valor da indústria digital e do marketing interactivo, na Europa, através de uma visão estratégica única”.

Fonte: Multicom

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Vem aí =)

Mmmmmmm!

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Estudo: notícias e sites de notícias

May 9, 2011

Where people Go, How They Get There and What Lures Them Away

By Kenny Olmstead, Amy Mitchell and Tom Rosenstiel

Whatever the future of journalism, much of it depends on understanding the ways that people navigate the digital news environment—the behavior of what might be called the new news consumer. 

Despite the unprecedented level of data about what news people consume online and how they consume it, understanding these new metrics has often proven elusive. The statistics are complicated, sometimes contradictory, and often introduce new information whose meaning is not clear.

To shed more light on Web news behavior, the Pew Research Center’s Project for Excellence in Journalism has conducted an in-depth study of detailed audience statistics from the Nielsen Company. The study examines the top 25 news websites in popularity in the United States, delving deeply into four main areas of audience behavior: how users get to the top news sites; how long they stay during each visit; how deep they go into a site; and where they go when they leave.

Overall, the findings suggest that there is not one group of news consumers online but several, each of which behaves differently. These differences call for news organizations to develop separate strategies to serve and make money from each audience.  

The findings also reveal that while search aggregators remain the most popular way users find news, the universe of referring sites is diverse. Social media is rapidly becoming a competing driver of traffic. And far from obsolete, home pages are usually the most popular page for most of the top news sites.

What users do with news content, the study also suggests, could significantly influence the economics of the news industry. Understanding not only what content users will want to consume but also what content they are likely to pass along may be a key to how stories are put together and even what stories get covered in the first place.

Among the findings:

  • Even the top brand news sites depend greatly on “casual users,” people who visit just a few times per month and spend only a few minutes at a site over that time span.  USAToday.com was typical of most of these popular news sites: 85% of its users visited USAToday.com between one and three times per month. Three quarters came only once or twice. Time spent was even more daunting: When all the visits were added together, fully a third of users, 34%, spent between one and five minutes on the paper’s Website each month.[1] Even if, as some suggest, online data tend to count some users multiple times, inflating the number of casual users and undercounting repeat visits, casual users till would be the largest single group.
  • There is, however, a smaller core of loyal and frequent visitors to news sites, who might be called “power users.” These people return more than 10 times per month to a given site and spend more than an hour there over that time. Among the top 25 sites, power users visiting at least 10 times make up an average of just 7% of total users, but that number ranged markedly, from as high as 18% (at CNN.com) to as low as 1% (at BingNews.com).
  • Even among the top nationally recognized news site brands, Google remains the primary entry point. The search engine accounts on average for 30% of the traffic to these sites.
  • Social media, however, and Facebook in particular, are emerging as a powerful news referring source. At five of the top sites, Facebook is the second or third most important driver of traffic. Twitter, on the other hand, barely registers as a referring source. In the same vein, when users leave a site, “share” tools that appear alongside most news stories rank among the most clicked-on links.
  • When it comes to the age, news consumers to the top news websites are on par with Internet users overall. This stands apart from news consumption on traditional platforms, which tends to skew older, and may bode well for the industry.

All of this suggests that news organizations might need a layered and complex strategy for serving audiences and also for monetizing them. They may need, for instance, to develop one way to serve casual users and another way for power users. They may decide it makes sense to try to convert some of those in the middle to visit more often. Or they may try to make some of their loyal audience stay longer by creating special content. Advertising may help monetize some groups, while subscriptions will work for others.  And the strategy that works best for each site may differ.

What’s more, with the development of mobile, these layers will almost certainly multiply.

The study builds off of our 2010 NetView analysis of the top roughly 200 news sites in the United States, those that, by Nielsen’s count, averaged at least 500,000 unique U.S. visitors per month. In the new report, PEJ narrowed the focus to the top 25 sites.  Despite the rapid growth of eReader and tablet devices, most online news consumption still occurs on browser. Only between 7-10% of the population currently owns a tablet or e-reader. The study, which examined nine months of consumer data spanning the first three quarters of 2010, sheds light on the significance of search aggregators and social networks, the importance of creating a family of related Websites, and hints at which kinds of sites might have more success with paywalls than others.

Footnote:

1.  Some experts believe that traditional online metrics undercount Website loyalty because “unique visitors” actually count computers, not people. So if the same user visits a site from a different computer, he or she would be counted more than once. Still, these numbers suggest that a good deal of online news consumption involves people arriving casually, often through referrals from search engines or social media. This is discussed more in the section on How Users interact with News.

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Experiência sonora ao click maravilhosa!

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VÍDEO - discurso de Obama no jantar da Casa Branca - imperdível

Obama’s speech at White House Correspondents’ dinner (video)


President Barack Obama yucks it up at the 2011 White House Correspondents' Association dinner. (Chris Kleponis/ AFP)
At last year’s White House Correspondents’ dinner, president Obama split sides the old-fashioned way — landing well-timed, dryly delivered, punchlines that lit up everybody from Joe Biden to the JoBros.

On Saturday night, when he wasn’t hurling barbs at Donald Trump, the President hitting the play button. His 20-minute speech was heavy with A.V.-oriented chuckles, a la Bill Clinton’s “The Final Days.”

(**White House Correspondents’ dinner 2011 full coverage**)

Obama stepped up to the podium accompanied by footage of a throbbing birth certificate. There was a mock-trailer for “The King’s Speech,” which spoofed his teleprompter dependency. Somewhere in the middle he projected a snippet from the first five-minutes of “The Lion King,” claiming it to be his birth-video. “I want to make it clear to the Fox News table: that was a joke. That was a children’s cartoon,” quipped Obama. “Call Disney if you don’t believe me, they have the long-form version.”

But in between the clips, there were a few real-time zingers, too.

(Any good Trump jokes? Read on here....)

Here’s a few of the president's primo knee-slappers:

•“When it comes to my presidency, the honeymoon is over. For example, some people now suggest that I’m too professorial. I’d like to address that head on by assigning all of you some reading that will help you draw your own conclusions. Others say that I’m arrogant, but I found really great a self-help tool for this: my poll numbers.

•“Where’s the National Public Radio table? You guys are still here? That’s good, I couldn’t remember where we landed on that. I know you were a little tense when the GOP tried to cut your funding, but, personally I was looking forward to new programming, like, ‘No Things Considered,’ or ‘Wait, Wait, Don’t Fund Me’.”

•“Of course, the deficit is a serious issue. That’s why Paul Ryan couldn’t be here tonight. His budget has no room for laughter.”

•“My buddy, our outstanding ambassador, Jon Huntsman. Now, there’s something you might not know about Jon: he didn’t learn Chinese to go there, oh no. He learned English to come here.”

Read also: White House Correspondents’ dinner sees a less serious Obama

By The Reliable Source  |  02:33 AM ET, 05/01/2011

Aproveitem!
:D

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Recomenda-se: "De quem estamos à espera?… "

De quem estamos à espera?…

Há semanas (a memória já me vai falhando, não sei há quantas, 5 ou 6…) partilhei este vídeo no Facebook e as reacções (sim continuo a escrever com consoantes mudas, esta é uma daquelas que se tirar o “c” parece que estou a falar de suinicultura) foram positivas, o pessoal gostou, falou-se do nosso querido ICEP… nada de mais.

Na altura achei que o video era um postal bonito da Islândia, convidativo, mas talvez por falta de tempo ou mesmo de disponibilidade mental (eu sei, eu sei…) não escrevi o porquê de tudo isto, e o que é que isto têm a ver connosco (Portugal).

É verdade que a Islândia não é um pais perfeito, é verdade que passaram de “hero to zero” num ápice com a crise mundial, devido ao facto (mais, ao erro) de terem uma economia baseada na especulação bancária. Após a desregulamentação do sector bancário nos inícios de 2000, os bancos domésticos expandiram agressivamente as suas operações nos mercados estrangeiros, aceitando depósitos estrangeiros e emprestando no mercado interbancário. Em meados de 2008, os bancos detinham mais de EUR 40 mil milhões em dívida externa,

o Nuno, tal como eu, é colaborador do Cibertransistor, onde podem ler o artigo na íntegra, que desde já recomendo.

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Prosecco italianissimo!

Marvelous. Just marvelous.

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Os 9 tipos de miúdas de baile de finalistas

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Não me perguntem porquê, mas não consigo de deixar de achar alguma piada a este tipo de tops.
LOL

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O melhor anúncio de televisão a um telemóvel que não é um anúncio de televisão

E no dia em que escrevo este post, já lá vão 2 milhões de visualizações.
É obra!

;)

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Homens da Luta - Fotos

DSC00732 by rtppt
DSC00732, a photo by rtppt on Flickr.

e há mais fotos dos Homens da Luta, aqui no flickr da RTP - www.flickr.com/rtppt

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Porque silenciam a ISLÂNDIA? por Francisco Gouveia

Para ter em conta no próximo dia 5 de Junho. 

 

Porque silenciam a ISLÂNDIA?

 

Estamos neste estado lamentável por causa da corrupção interna - pública e privada com incidência no sector bancário - e pelos juros usurários que a Banca Europeia nos cobra.

 

Sócrates foi dizer à Sra. Merkle - a chanceler do Euro - que já tínhamos tapado os buracos das fraudes e que, se fosse preciso, nos punha a pão e água para pagar os juros ao valor que ela quisesse.

 

Por isso, acho que era altura de falar na Islândia, na forma como este país deu a volta à bancarrota, e porque não interessa a certa gente que se fale dele.

 

Não é impunemente que não se fala da Islândia (o primeiro país a ir à bancarrota com a crise financeira) e na forma como este pequeno país perdido no meio do mar, deu a volta à crise.

 

Ao poder económico mundial, e especialmente o Europeu, tão proteccionista do sector bancário, não interessa dar notícias de quem lhes bateu o pé e não alinhou nas imposições usurárias que o FMI lhe impôs para a ajudar.

Em 2007 a Islândia entrou na bancarrota por causa do seu endividamento excessivo e pela falência do seu maior Banco que, como todos os outros, se afogou num oceano de crédito mal parado. Exactamente os mesmo motivos que tombaram com a Grécia, a Irlanda e Portugal.

 

A Islândia é uma ilha isolada com cerca de 320 mil habitantes, e que durante muitos anos viveu acima das suas possibilidades graças a estas "macaquices" bancárias, e que a guindaram falaciosamente ao 13º no ranking dos países com melhor nível de vida (numa altura em que Portugal detinha o 40º lugar).

 

País novo, ainda não integrado na UE, independente desde 1944, foi desde então governado pelo Partido Progressista (PP), que se perpetuou no Poder até levar o país à miséria.

 

Aflito pelas consequências da corrupção com que durante muitos anos conviveu, o PP tratou de correr ao FMI em busca de ajuda. Claro que a usura deste organismo não teve comiseração, e a tal "ajuda" ir-se-ia traduzir em empréstimos a juros elevadíssimos (começariam nos 5,5% e daí para cima), que, feitas as contas por alto, se traduziam num empenhamento das famílias islandesas por 30 anos, durante os quais teriam de pagar uma média de 350 Euros / mês ao FMI. Parte desta ajuda seria para "tapar" o buraco do principal Banco islandês.

 

Perante tal situação, o país mexeu-se, apareceram movimentos cívicos despojados dos velhos políticos corruptos, com uma ideia base muito simples: os custos das falências bancárias não poderiam ser pagos pelos cidadãos, mas sim pelos accionistas dos Bancos e seus credores. E todos aqueles que assumiram investimentos financeiros de risco, deviam agora aguentar com os seus próprios prejuízos.

 

O descontentamento foi tal que o Governo foi obrigado a efectuar um referendo, tendo os islandeses, com uma maioria de 93%, recusado a assumir os custos da má gestão bancária e a pactuar com as imposições avaras do FMI.

Num instante, os movimentos cívicos forçaram a queda do Governo e a realização de novas eleições.

 

Foi assim que em 25 de Abril (esta data tem mística) de 2009, a Islândia foi a eleições e recusou votar em partidos que albergassem a velha, caduca e corrupta classe política que os tinha levado àquele estado de penúria. Um partido renovado (Aliança Social Democrata) ganhou as eleições, e conjuntamente com o Movimento Verde de Esquerda, formaram uma coligação que lhes garantiu 34 dos 63 deputados da Assembleia). O partido do poder (PP) perdeu em toda a linha.

 

Daqui saiu um Governo totalmente renovado, com um programa muito objectivo: aprovar uma nova Constituição, acabar com a economia especulativa em favor de outra produtiva e exportadora, e tratar de ingressar na UE e no Euro logo que o país estivesse em condições de o fazer, pois numa fase daquelas, ter moeda própria (coroa finlandesa) e ter o poder de a desvalorizar para implementar as exportações, era fundamental.

 

Foi assim que se iniciaram as reformas de fundo no país, com o inevitável aumento de impostos, amparado por uma reforma fiscal severa. Os cortes na despesa foram inevitáveis, mas houve o cuidado de não "estragar" os serviços públicos tendo-se o cuidado de separar o que o era de facto, de outro tipo de serviços que haviam sido criados ao longo dos anos apenas para serem amamentados pelo Estado.

 

As negociações com o FMI foram duras, mas os islandeses não cederam, e conseguiram os tais empréstimos que necessitavam a um juro máximo de 3,3% a pagar nos tais 30 anos. O FMI não tugiu nem mugiu. Sabia que teria de ser assim, ou então a Islândia seguiria sozinha e, atendendo às suas características, poderia transformar-se num exemplo mundial de como sair da crise sem estender a mão à Banca internacional. Um exemplo perigoso demais.

Graças a esta política de não pactuar com os interesses descabidos do neo-liberalismo instalado na Banca, e de não pactuar com o formato do actual capitalismo (estado de selvajaria pura) a Islândia conseguiu, aliada a uma política interna onde os islandeses faziam sacrifícios, mas sabiam porque os faziam e onde ia parar o dinheiro dos seus sacrifícios, sair da recessão já no 3º Trimestre de 2010.

 

O Governo islandês (comandado por uma senhora de 66 anos) prossegue a sua caminhada, tendo conseguido sair da bancarrota e preparando-se para dias melhores. Os cidadãos estão com o Governo porque este não lhes mentiu, cumpriu com o que o referendo dos 93% lhe tinha ordenado, e os islandeses hoje sabem que não estão a sustentar os corruptos banqueiros do seu país nem a cobrir as fraudes com que durante anos acumularam fortunas monstruosas.

Sabem também que deram uma lição à máfia bancária europeia e mundial, pagando-lhes o juro justo pelo que pediram, e não alinhando em especulações. Sabem ainda que o Governo está a trabalhar para eles, cidadãos, e aquilo que é sector público necessário à manutenção de uma assistência e segurança social básica, não foi tocado.

Os islandeses sabem para onde vai cada cêntimo dos seus impostos.

 

Não tardarão meia dúzia de anos, que a Islândia retome o seu lugar nos países mais desenvolvidos do mundo.

O actual Governo Islandês, não faz jogadas nas costas dos seus cidadãos. Está a cumprir, de A a Z, com as promessas que fez.

 

Se isto servir para esclarecer uma única pessoa que seja deste pobre país aqui plantado no fundo da Europa, que por cá anda sem eira nem beira ao sabor dos acordos milionários que os seus governantes acertam com o capital internacional, e onde os seus cidadãos passam fome para que as contas dos corruptos se encham até abarrotar, já posso dar por bem empregue o tempo que levei a escrever este artigo. 

 

Francisco Gouveia, Eng.º

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RTP é a primeira empresa de Media portuguesa no foursquare

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Class of 2010/11 no 5 Para a Meia-Noite

...depois de 3h de aula de Activação e Gestão de Comunidades
;)

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TwitTV - uma televisão na web feita pelos tweets dos users

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como este Kutimen é um génio do remix




muito bom
:P

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maravilhoso vídeo remix

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The Gift - The Singles



marvelous second song!
;)

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Gestão de Conteúdos ou Gestão de Marcas? Qual a primeira verdadeira preocupação para a web?

na grande maioria dos casos, o que ainda hoje temos é a transposição das marcas dos restantes meios para a Web. Muitas das vezes, do mesmo grupo, canibalizando-se até. Todos temos feito o mesmo – experimentado, testado, aproveitado o capital de credibilidade, relevância e a atracção automática de uma audiência fiel como garante de um mínimo de sustentabilidade. Mas fará isto ainda sentido, lato senso? Porque simplesmente os conteúdos já estão feitos e disponíveis, deverão as marcas estar na Web, todas elas, simplesmente porque sim, porque é possível, porque há ‘espaço’? Não deveriam as empresas também dedicar a mesma preocupação em criar marcas na Web como fizeram para criar uma marca para a imprensa, a rádio ou a tv? Ou pelo menos equacioná-lo mais vezes? Porque todas as marcas se atiram para a Web misturando-se muitas vezes caoticamente no seio do mesmo grupo? Será apenas para não frustrar os subscritores a irem ao Google e descobrirem que a sua marca, afinal,  não tem site e não pode assim encontrar as peças que lê/ouve/vê no meio original?

Grupos de comunicação social detêm por vezes dezenas de marcas. E esta riqueza é também um desafio. Eu diria aliás: o desafio.

podem ler o artigo completo no link acima do Cibertransistor.
;)

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Darth Vader invade o superbowl e mata a tradição - via Cibertransistor.com

Darth Vader invade o superbowl e mata a tradição

Para quem não viu, este é o vídeo publicitário que marcou a edição do clássico top de anúncios que anualmente se desunham para disputar a liderança no intervalo da mítica final de Futebol Americano. Chama-se “The Force”, é da Volkswagen e pretende apenas anunciar o novíssimo Passat em terras do Tio Sam, e para isso foi buscar um juvenil Darth Vader. Ora vejam:

A razão porque trago aqui o vídeo

Para ler na íntegra, aqui:
http://cibertransistor.com/2011/02/16/darth-vader-invade-o-superbowl-e-mata-a...

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