Ferramentas para actualização entre redes sociais
There seems to be two types of people who use social media: Those who use automation tools to multiply their presences across the Internet and those who think auto-anything is a sin against nature.That may be simplifying things a little, but it’s not too far fetched.
As for me, I fall somewhere in between the extremes – and I’m betting I’m not alone. Sometimes we need some tools to help us manage all our social networks. I understand that using some tools is considered obnoxious behavior by some people. But it’s a free Internet. You make your choices and live with them.
So if you think you can do this responsibly, here are seven social media management software tools to automate your updating and following:
SocialOomph
This website offers many free and premium services to help you manage your Twitter account. And by manage, I mean you can schedule tweets, send automatic messages to those who follow you and follow all your followers automatically (Which I’m sure can cause a rip in the space-time continuum) for free. The full list of features will take a couple minutes to read.
Sending canned direct messages to welcome new followers is a bit controversial. To many, it’s Spam. Plain and simple. Others don’t mind and appreciate the contact. Those who do employ it swear by it. They say it helps them achieve high numbers of followers. The same goes for automatically following those who follow you.
My favorite though is the e-mail that rounds up all the tweets that manage any of my Twitter handles. Yes, it’s an exercise in ego gratification. I don’t care. I like it.
Hootsuite
Like SocialOomph, Hootsuite will automate your tweets. But it’s most useful feature is how it juggles multiple social media accounts. Not only can you create a dashboard that gives lets you monitor your Twitter accounts, but you can add your Facebook (this includes Facebook pages), LinkedIn, Ping.fm, WordPress blog, MySpace and FourSquare accounts. This is so integrated that you can write one update that goes to any and all of those social media timelines/pages.
I don’t want to do that, but I do use it to monitor and update accounts one at a time. It saves me time to round up all my social media activity onto one page.
TwitterFeed
One of the best ways to get people to read your blog is to send updates to your social networks when you write a new entry. But some people are lucky to get the blog post written. Then they have to write a tweet? Never fear. TwitterFeed comes to the rescue by monitoring your RSS feed and updating your Twitter and Facebook accounts when you update your blog. It’s not pretty but it gets the job done.
I do use this to update @CarlNataleRSS with all the feeds from various blogs I update. Basically, I made this account for my mother who doesn’t know about RSS but wants to keep track of what I write. So it doesn’t hurt my feelings that the account only has three followers.
Ping.fm
This is the granddaddy of updating every social media account in the world. One stop for all your accounts. And it will accept your SMS texts and e-mails for updating.
To be honest, I’m not that interesting that I would need this.
TweetBeep
TweetBeep rather modestly only sends you an e-mail when you – or keywords of your choosing – are mentioned on Twitter. So it’s like Google alerts. It’s great for reputation monitoring, keeping track of what people say about your competition and following specific interests.
Gist
Social networks are like potato chips. You can’t have just one. So if you want to keep track of what your friends and contacts are doing on their multiple networks (assuming they don’t have Ping.fm accounts), Gist will let you know about their latest tweet, post or like.
I consider it a light-weight contact resource manager. Since it also connects to my e-mail accounts, it keeps track of when I communicate with them. I know there are more powerful options out there, but this may be just enough for me.
RSS
OK, this isn’t a specific tool but a technology. One of Twitter’s nicer tendencies is to create RSS feeds for updates. If your RSS reader is how you keep track of the Internet, then add Twitter feeds. Not only can you monitor what any specific tweep posts, but you can have a feed of search results. Again, you can track any keyword.
This works very well for me in Google Reader. I can organize different feeds into categories. This all adds up to a very powerful dashboard. The big drawback is that the updates are delayed. The RSS feeds seem to update on a schedule so it doesn’t give real-time monitoring. Which is fine for me. Your mileage may vary.
For what it’s worth, I don’t see the value of using any of these tools to duplicate messages. Why would someone follow me on Twitter and Facebook if they get the same messages twice? I try to use the networks for specific purposes. But most of the value I get from these tools is in monitoring. There are some very powerful ways to sift through all of those streams.
How do you automate your social media management?
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Carl Natale
Carl Natale blogged and produced content for newspaper websites for 13 years before becoming self employed. Now he helps small businesses develop content for their websites and online marketing campaigns when he's not hiking, biking and kayaking.
- Create a Web Banner in Microsoft Word
- 5 Useful Multi-Monitor Setup Tools
- Project Management Software Review: 5pm
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Pós-Graudação: SOCIAL MEDIA MARKETING
Pós-Graduação
SOCIAL MEDIA MARKETING*Coordenador: João Lemos Diogo
As redes sociais são o novo espaço público. Uma nova dimensão de diálogo a nível global. A Web social assume-se como uma nova janela de oportunidades para as empresas. Mas também representa uma dor de cabeça para as marcas que não sabem como participar nesta nova forma de dialogar. Saber como criar valor a partir das redes sociais tornou-se uma competência fundamental para todos os profissionais. Uma especialização única assegurada pela Pós-Graduação em Social Media Marketing que reúne os melhores profissionais e as empresas que lideram a Web Social.
Parceiros:
Porquê fazer esta Pós Graduação?
As redes sociais não só vieram para ficar, como são já uma nova forma de comunicar. A evolução da Internet levou a Web para uma nova dimensão. Deixou de ser apenas um canal de comunicação e distribuição, de importância inegável para a maioria das marcas. Passou a ser o ponto de encontro e de partilha. O espaço público das sociedades desenvolvidas. Um novo espaço social, à escala global.
É neste contexto que as marcas procuram respostas às novas questões. Como criar valor numa nova dimensão social, onde a publicidade tradicional não é bem acolhida, e cada vez menos eficaz? Como podem as marcas dialogar com os seus consumidores, numa conversa que é liderada e controlada por eles próprios? E como se pode articular um meio disruptivo e inovador, com a visão ainda industrializada da maioria das organizações?
Estas e outras questões, são o ponto de partida para a Pós Graduação em Social Media Marketing. Um curso que assegura aos seus alunos a aquisição das técnicas de marketing mais relevantes e eficazes para criar marcas mais fortes nas redes sociais. Articulando as mais importantes abordagens teóricas, com a aplicação prática a variadas marcas de diferentes sectores, este curso garante aos seus alunos o domínio e uma especialização única na gestão das redes sociais.
O que torna esta Pós-Graduação diferente?
A maioria dos cursos aborda a Internet num sentido muito generalista: do comércio electrónico ao webmarketing, dos direitos de autor à publicidade online, do design gráfico à programação. Esta Pós-Graduação tem uma preocupação mais objectiva e concreta: a gestão das redes sociais. E por isso, seleccionou as competências mais importantes e fundamentais para gerir marcas na Web social. Desta maneira, os alunos têm a certeza que vão apenas abordar as variáveis que são fundamentais para gerir e criar valor nas redes sociais.
A par do rigor científico e académico das várias unidades curriculares, esta Pós Graduação seleccionou ainda um corpo docente 100% composto por profissionais na gestão de conhecimento e das plataformas da Web Social. Desta maneira, este curso assegura que os seus alunos terão uma formação eminentemente prática e orientada para as necessidades das empresas, propondo as melhores soluções, para os problemas reais das organizações.
Aos alunos da Pós-Graduação em Social Media Marketing, é ainda assegurado um contacto directo com algumas das principais empresas que lideram a Web Social. Assim, este curso assegurou parcerias exclusivas com o Facebook, Google Portugal, Marktest, RTP, SAPO e Portugal Telecom, entre muitas outras empresas. Através de workshops intensivos, os alunos vão dialogar e trabalhar directamente com os líderes que marcam as tendências e a evolução futura da Web social, em Portugal e no Mundo.
Objectivos:
No final desta Pós Graduação todos os alunos serão capazes de dominar as técnicas mais relevantes para potenciar e criar marcas com mais valor a partir da Web Social.
- Conhecer as necessidades, comportamentos e motivações dos consumidores online;
- Aprender a diagnosticar e a definir um modelo e uma presença estratégica nas Redes Sociais;
- Criar valor a partir dos relacionamentos criados na Web social entre a marca e os seus públicos;
- Conhecer os principais e mais recentes casos de estudo de marcas nacionais e internacionais;
- Aplicar com eficácia as mais comprovadas técnicas e campanhas de marketing para a Web social;
- Construir e aplicar um plano de marketing e de gestão da marca aplicado às redes sociais.
Estrutura da Pós-Graduação:
Competências/
CursoConteúdos Genéricos
Carga Horária
Gestão Estratégica de Redes Sociais
- Estrutura e arquitectura das redes Sociais
- Selecção dos melhores canais para o diálogo com as marcas
- Definir e implementar um plano estratégico para a Web Social
- Gestão do Mix da Media Social
- Plano de marketing adaptado à Web Social
30h
Social Media Brand Marketing
- A Media Social no Mix de Comunicação
- A gestão da marca na Internet
- Criação de notoriedade e valor através das redes Sociais
- A comunicação da marca na Web Social
- Estratégias de gestão da marca nas redes sociais
20h
e-Consumidores
- O comportamento de consumo online e offline
- As motivações e retracções na Web social
- Os novos Grupos de consumo e de influência na Web
- As novas regras de segmentação e posicionamento
15h
Social Media Metrics
- Definição de objectivos e audiências
- Novos públicos e principais targets da Media Social
- Métricas para conteúdo, relevância e impacto
- Principais ferramentas de aferição e avaliação da Internet
- Desenvolvimento de uma estratégia de aferição de métricas tangíveis e intangíveis
15h
Activação e gestão de comunidades
- Potenciar a lealdade das marcas através das comunidades
- Construção, activação e gestão de comunidades online
- Definição e implementação de um plano de Community Building
20h
Social Media
Web Design
- Impacto do design no sucesso das acções de Media Social
- Social Networking Design: regras e princípios
- Usabilidade e experiência de consumo e interacção
- Integração do design da marca nas redes sociais
- Casos de estudo e exercícios de aplicação prática
15h
Social Networking Software
- Principais plataformas de software social e colaborativo
- Definição e selecção das melhores ferramentas de edição e comunicação online para empresas
- Selecção, definição e instalação em função da estratégia para as redes sociais
15h
Projecto aplicado
Aplicação prática das diferentes competências, técnicas e modelos apreendidos durante o curso com a realização de um plano integrado de Social Media Marketing, aplicado a uma empresa ou a uma marca
- Definição e implementação da estratégia mais adequada para a marca
- Criação de vantagens competitivas para a empresa através das redes sociais
- Definição do modelo de participação da marca na Web Social
- Criação e implementação de um plano de Social Media Marketing ajustado à empresa, ou às marcas de consumo.
20h
Workshop
“Web Analytics em Portugal”
- Segmentação e definição de audiências na Internet Portuguesa
- Aferir o sucesso de uma campanha na internet e avaliar o quadro de retorno possível
- Definição de metas e objectivos em linha com a estratégia da marca
- Conhecer as principais ferramentas nacionais de medição e avaliação de audiências na Internet
Participação especial: Marktest
2h
Workshop
“Build a Social Media Campaign”
- Conhecer as técnicas mais eficazes para activar uma campanha no Facebook
- Conhecer os principais casos de estudo nacionais e internacionais
Participação especial: Facebook
2h
Workshop
“Tendências e Inovação na Web Social portuguesa”
- Modelos de desenvolvimento do Maior portal nacional
- Ferramentas de comunicação e activação de comunidades com recurso a ferramentas portuguesas
- Gestão holística das redes sociais em Portugal
Participação especial: SAPO
2h
Workshop
“A Comunicação Social na Web Social”
- Comunicação social na Web social: oportunidades e desafios
- As fontes, o diálogo e o controlo da notícia nas redes
- Quando as marcas são a notícia na Web
Participação especial: RTP
2h
Workshop
“Potenciar o Capital da Marca através da Internet”
- Definir um mix de comunicação na Internet e nas redes sociais
- Executar uma estratégia de activação da marca a nível global
- Avaliar e aferir o retorno ao nível das acções, lealdade influências e consumo
Participação especial: Google
2h
Ano lectivo com uma carga horária total de 160 horas, dividido por 2 semestres.
Os participantes no programa obterão um total de 30ECTS (Créditos Académicos) que poderão utilizar posteriormente na conclusão da licenciatura / mestrado, à luz do novo enquadramento legal do Processo de Bolonha.
Realização das sessões e horário
Curso de frequência em regime Pós-Laboral.
Terças e Quintas-feiras, entre as 19h00 e as 23h00.
Corpo Docente (síntese curricular)
João Lemos Diogo, Responsável Marketing Corporativo e Gestão de Marca na RTPLicenciado em Marketing e Publicidade pelo IADE, detém uma pós graduação em e-Business pela UAL e um MBA pelo ISCTE. Possui um Mestrado em Gestão de Empresas pelo ISCTE, com especialização na área da Gestão de Marcas e Capital da Marca. Prepara um doutoramento na área do capital da marca (brand equity).
É autor do livro «Marcating – Gestão Estratégica da marca», editado em 2008. Profissional activo nas áreas de marketing e gestão de marcas desde 1992, em empresas como a Sonae Distribuição, Impala Editores, Jazztel, Initiative e Brand Connection. Actualmente é responsável pela área de marketing Institucional e de Televisão da RTP, sendo responsável pela coordenação da gestão das marcas RTP1, RTP2, RTPN e RTP Memória. É docente das unidades curriculares de Gestão de marcas no IADE, e no IPAM em Lisboa, e coordenador da Pós-Graduação em Branding e Gestão de Marcas.
Francisco Pereira – Director de Research Carat Portugal e Social Media Consultant at UpageitFormado em Marketing pelo Instituto Português de Administração de Marketing – IPAM, tem ainda uma especialização em Gestão de Negócios na Internet pela Universidade Católica Portuguesa. Trabalha activamente há 16 anos na área de Research de Agências de Meios, tendo integrado departamento de research de empresas como a TMP (The Media Partnership); Tempo Media/Tempo OMD; Carat. Desde sempre ligado ao Research e Planeamento de Media, esteve em contacto ou envolvido no planeamento estratégico de marcas/anunciantes como Unicer, Fima, Iglo, Lever-Elida Gibbs, Lever-Detergentes, Henkel, Ausónia, Portugal Telecom, Renault, Centralcer, TMN, Johnson & Johnson, Philips, Montepio Geral, Cofidis, Kellogs, GSK. É colaborador ocasional de Revistas/Jornais da área da Media e Publicidade – Meios e Publicidade, Briefing, Diário Económico, Jornal de Negócios, Expresso, Agência Lusa; é ainda orador convidado e conferencista regular em diferentes encontros e seminários.
Director de Research da Carat, pertencente ao universo AEGIS Media, que engloba em Portugal as unidades Carat e View/Isobar a unidade Digital. Participa em termos Internacionais (Grupo Carat), em grupos de trabalho, para áreas como Research, Interactive e Novos Projectos. Social Media Consultant em alguns projectos (Upageit; Prodidáctico). Membro da ESOMAR – European Society for Opinion and Marketing Research - ESOMAR desde Janeiro de 1996. Sócio da APPM – Associação Portuguesa dos Profissionais de Marketing
Representante da APAP (Associação Portuguesa Agências de Publicidade) no Conselho Técnico Consultivo da CAEM (Comissão de Análise de Estudos de Meios) para o meio Rádio – 2002/2008. Membro do Conselho Técnico Consultivo da CAEM (Comissão de Análise de Estudos de Meios) para o meio Imprensa, Radio e Internet – desde 1998/2008.
Ricardo Tomé – Responsável pelo Marketing Digital do Grupo RTP
Actualmente é responsável pela área de Marketing Digital e Interactividade Web da RTP, coordenando a gestão e extensão das marcas RTP e programas no sítio www.rtp.pt, bem como nas redes sociais.Esteve na génese do sítio da RTP, bem como passam por si algumas das principais parcerias internacionais (YouTube, Google, Facebook, Sapo-Vídeos, ...). Evangelizador de novas formas de comunicação, partilha e interactividade online, da web-analytics, creative-commons e ainda divulgador do modelo MoJo em acções de Informação (e.g. Eleições 2009), foi ainda o 1.º representante português convidado para o grupo criativo europeu TV Under 30's.
Docente das unidades curriculares de Gestão Estratégica de Redes Sociais e ainda Activação e Gestão de Comunidades da Pós-Graduação em Social Media Marketing no IADE, em Lisboa. Regularmente é também orador convidado para diversos encontros nacionais e internacionais relacionados com a Web Social e Crossmedia/Transmedia.
João Miguel Maia – Director geral da Karma Consulting
Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e Computadores, ramo de Sistemas de Computadores, pelo Instituto Superior Técnico (Universidade Técnica de Lisboa). Desempenha actualmente funções como Director Geral da empresa Karma Consulting, tendo também a seu cargo a Direcção de Projectos assumindo a responsabilidade pela gestão e implementação dos projectos internacionais e nacionais de maior dimensão, como a implementação da plataforma colaborativa e social My-Currency (USA), framework de colaboração e gestão do conhecimento da PFI Knowledge Solutions e portal da Jane Press (UK), entre outros.
Foi Gestor de Projectos e Coordenador Sénior da área Microsoft da Edinfor-LogicaCMG e Gestor de Projectos na eB-Focus S.A. (grupo Tecnidata) sendo o responsável pela área de desenvolvimento de Intranets como o Portal Intranet do Exército Português, Portal Corporativo da Cimpor, SAMS, TVI, DGITA e outros, com tecnologia Microsoft SharePoint Portal Server e BizTalk Server. Colaborou na Deloitte Consulting como Consultor Sénior e Especialista/Arquitecto J2EE, no Projecto do banco BES (ESI) na re-engenharia e desenvolvimento de uma solução de grande dimensão para Gestão de Carteiras. Refere-se ainda a sua colaboração na empresa Think como Team Leader na implementação de uma plataforma para integração entre empresas no âmbito da empresa Alemã Ponton Consulting (Hamburgo).
André Zeferino – Senior Partner na Work Value (áreas Marketing research e Usability)
Orientação pedagógica e metodologia de ensino
Sendo um curso fortemente orientado para as empresas, a aprendizagem na Pós-Graduação em Social Media marketing é essencialmente prática. Para isso, foram seleccionadas as disciplinas fundamentais nos processos de diálogo e relacionamento na Web social, com um enquadramento e aplicação nos casos práticos que serão desenvolvidos.
Desta forma, assegura-se uma formação académica fortemente orientada para atingir resultados com elevado impacto no mundo profissional; garantindo aos seus alunos, não só uma rápida e consistente tomada de conhecimentos, como novas capacidades de gestão para o seu quotidiano profissional.
Avaliação
A avaliação será efectuada fundamentalmente a partir da aplicação prática dos conhecimentos adquiridos pelos participantes, tendo em conta as suas próprias experiências profissionais, com recurso a exames específicos, casos de estudo e trabalhos individuais ou de grupo com exposição e debate em aula.
A opção de vários workshops ao longo do ano lectivo, reforça ainda a componente prática do curso, permitindo aos alunos estabelecerem as devidas relações causa-efeito entre a teoria apreendida durante as aulas e as noções e experiências práticas partilhadas pelos profissionais convidados a participarem nas várias sessões.
Ao nível dos workshops destacamos as sessões exclusivas com algumas das empresas mais activas e influentes na media social: Facebook, Google, Portugal Telecom e Sapo, RTP, Marktest, entre outras.
Candidaturas
Número de inscrições limitadas a 25 alunos.
Requisitos de admissão ao curso passam por deter pelo menos uma Formação Superior ao nível da licenciatura ou, em alternativa, deter uma experiência profissional comprovada na área do marketing digital, da programação ou na criação e gestão de websites.
Documentação necessária:
- Preenchimento de ficha de candidatura incluindo carta de motivação
- Certificado de Habilitações
- Currículo académico e ou profissional
- Boletim de Vacinas
- Fotocópia de BI e Cartão de Contribuinte ou Cartão de Cidadão
- Entrevista com a comissão de admissão
O IADE reserva ainda o direito de solicitar uma prova de admissão (análise curricular académica e profissional, prova e entrevista).
Investimento
3200€
Processo de Admissão: 220€, até 30 de Junho de 2010 170€
Manual: PÓS-GRADUAÇÃO SOCIAL MEDIA MARKETING
Local de realização
IADE, Lisboa
Av. D. Carlos I , nº4
1200 Lisboa
Informações e inscrições: telmo.silva@talentuniversities.com
Horário de Atendimento: 2ª a 6ª das 14h30 às 20h
Telefone: 213939600
nasceu!
=D
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BitMoms - forum mães, mamãs, mummys
Welcome To BitMoms - the online security community and resource for moms and families.
BitMoms is designed to provide you with online safety news, resources, and materials. We welcome you to use any of our information on your own blogs or sites -- and we encourage you to participate in our discussions!
ATTENTION TO ALL BITMOMS! Please add your blog links and twitter handles to your profile!
É mais uma rede social, mas desta feita a empresa associada está claramente identificada (bitdeffender). O nicho (que não é tão nicho assim...) envolve jovens mamãs, mães experientes, avós ou simples wannabes-mothers. é mais uma comunidade que tenta despoletar atenção, conteúdo e engagement, e quem sabe o que está no real interessa da bitdeffender?
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OLD SPICE - campanha nas redes sociais ganha Emmy e sobe vendas em 107%
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American marketing agency Wieden + Kennedy, have been awarded an Emmy for their celebrated Old Spice advertising campaign. The team behind the 'Old Spice Guy' commercial, which saw actor Isaiah Mustafa answer user-submitted questions on YouTube, claimed the Outstanding Commercial award yesterday.
Launched in July, the marketing campaign featured Mustafa responding to questions on Twitter and Facebook via real-time videos. In all, 186 videos were made across a three day period, posting 23 million views 36 hours after the launch of the first video.
"Winning an Emmy is a surreal experience. It's such a great honour to be recognized by the entertainment industry and encourages our desire to create work that not only sells products, but entertains people," said Jason Bagley, one of the creatives responsible for the campaign.
The Old Spice campaign, which ran with the slogan 'The Man Your Man Could Smell Like', was widely celebrated for its innovative use of social media. Matt Fiorentino, marketing analyst for Visible Measures, commented on the campaign after its launch:
"There’s never been a campaign that has answered users’ questions so personally and so quickly,” he says. “It just it wasn’t just that, it’s the way that they did it. The writing was brilliant. The acting was brilliant."
Indeed, the campaign itself is credited to have raised the profile and sales of the Old Spice brand. Social media site Mashable claimed that the viral marketing videos had raised the sales of Old Spice body wash by 107 per cent in the month following the advertisements.
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www.markupsocial.com
MARKUP é a rede social em Portugal para as marcas interagirem com os consumidores
E a pergunta óbvia é: acham que faz algum sentido?
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A Internet, como a conhecemos, MORREU?
Polémico e assertivo, dará smepre um bom e aceso debate.
;)
E vocês? O que pensam?
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TREME
depois de THE WIRE, os criadores trazem-nos uma série soberba, com alguns dos emsmos actores, igualmente sem musiquinha como banda-sonora mas com muita música como actriz principal.
Vi os 19 episódios de uma assentada e só posso dizer que espero que venha a temporada2 bem depressinha.
5*****
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Download Music THRIVE by Toyota
A música é muito boa e a mistura de vários estilos (latino, country, pop, electrónica,...) deliciosa. A Toyota alargou a versão de 30 segundos e disponibilizou-a para download.
Aqui fica para ouvir e o resumo dos créditos:
Adds Ann Haugen, Executive Producer, Elias Arts:
“As soon as these Venza spots began to air, we were overwhelmed by emails and phone calls from consumers, telling us how much they loved these tracks! At that point, we had the idea of extending the music to become full-length songs. The agency and Toyota loved the idea. At that point, composers ‘Kemo’ Kemp and Kenny Segal next wrote and produced the full length tunes ‘Brighter Day’ and ‘Thrive.’ Toyota is responsive to its customers and wanted to indulge their passion for new music. This project proves, once again, that in addition to music for 30-second spots, Elias Arts also has the creative talent to write and master full-length, CD-quality tracks for consumers.”
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TOYOTA - auto
ou como lhe chamam: auto-stories.
esta, muito forte.
(nota: a campanha é americana, por isso há que enquadrar)
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www.mov.pt
O canal cabo MOV tem agora um sítio web e, gaficamente, s+o posso dizer que está afinado ao perfil do canal e muito bem conseguido. Vou deter-me agora algum tempo com a usabilidade e afinação estratégica do mesmo e ver se o projecto desenvolvido está igualmente aí bem conseguido. Volto já.
;)
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Site do "The Times" na nova versão paga continua a perder tráfego e leitores
Noticias, Newsletter-->The Times em versão paga online perde 1,2 milhões de leitores
18 de Agosto de 2010 às 00:26:08, por Rui Oliveira Marques
Em Julho, os sites Thetimes.co.uk and Thesundaytimes.co.uk atraíram 1,61 milhões de leitores, quando em Maio o Thetimes.co.uk, sozinho, conseguia captar 2,79 milhões de visitantes. Os números são do ComScore, que contabiliza apenas os utilizadores britânicos.
Recorde-se que a 25 de Maio a News Corp. decidiu separar as presenças online do The Times e da edição dominical The Sunday Times, além disso, tornou o registo obrigatório para que os leitores acedessem aos conteúdos. A partir de 2 de Julho começou a cobrar pelo acesso online dos dois títulos. Também o número de minutos despendidos caiu dos 7,6 em Maio para os 4 em Julho. O número de page views segue a mesma tendência: 29 milhões em Maio e apenas 9 em Julho.
Os jornais, recorda o Brand Republic, estão a cobrar uma libra pelo acesso aos sites durante um dia e duas libras durante uma semana semana. Os assinantes da edição em papel têm acesso gratuito.
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INCEPTION - FINAL (***spoilers***)
O melhor texto - e com o qual concordo a 100% - sobre o filme com DiCaprio e escrito e realizado pelo Nolan.
Muito bom.
Filme e texto.
;)
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Canal FIVE leva a TV para o Facebook - via "Marketing Week"
Five brings TV to Facebook
Wed, 11 Aug 2010 | By Jessica Davies
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Five is set to become the first broadcaster to show TV programmes on Facebook.
The companies have struck a deal which will see Five’s TV-on-demand player Demand Five embedded into Facebook.
The deal means that within the next few weeks Facebook’s 26m UK users - more than a third of the population - will be able to watch Five’s TV catch-up content, including The Gadget Show, CSI Miami, Neighbours and Home & Away, within Facebook.
According to sources close to the development, the deal is “all systems go” and the player is already being embedded into Facebook. “It will launch within the next week to ten days,” they said.
The move signals the latest step in Five’s digital expansion strategy, arriving ahead of the relaunch of Demand Five this autumn (nma 1 July 2010). It represents an evolution of strategy for Facebook too, which had previously positioned itself as a communications platform rather than being a destination site hosting professional content.
No other broadcaster has struck such a close tie-up with Facebook to date. The BBC’s upgraded iPlayer, which went into beta in May, enables content to be shared on Twitter and Facebook, and users can tap into the social networks once they have registered for a BBC ID (nma.co.uk 26 May 2010). However, the BBC is restricted from embedding it in Facebook due to its syndication policy, under review by the BBC Trust.
ITV has been reluctant to sign third-party syndication deals. An ITV spokeswoman said, “Viewers are consuming content on a range of platforms to suit their lifestyles, so we want our content to be available when and where they want to watch it. We’re considering options for this.”
A Channel 4 spokeswoman said, “We work closely with Facebook, which is an exciting platform. Our viewers already enjoy Channel 4 content across a number of groups and pages on Facebook and we’ll continue to work closely with it.”
Enders analyst Ian Maude said the deal is a “very smart move” for both Five and Facebook. “If your business is about reaching as many eyeballs as possible, it makes absolute sense to do so on Facebook, especially for a broadcaster like Five that has a relatively small reach online.”
He added the deal will also enrich Facebook’s offering, making it more of a content site. “It’s a win-win situation for both,” he said.
It could also make a “significant difference” to Five’s on-demand ad revenue, according to Maude. The challenge for broadcasters is that because advertising is their primary revenue source, they’re loath to give any of it up, he said, adding that the negotiation between Facebook and Five over ad sales is likely to be tough. “Five already has a syndication template to work from as a result of its tie-up with YouTube,” he said.
While it’s not yet known if the YouTube syndication model will be applied to this latest deal, Five is likely to be keen to keep a high proportion, if not all, of ad revenues that flow from the Facebook deal.
Five has already launched content via Facebook with the cross-platform drama Push, which premiered yesterday (Wednesday) on air and online, including Facebook. The broadcaster - working with ETV Media, show producer Camden Creative and distributor Endemol International - will air ten half-hour weekly episodes on Fiver, and will continue the story online with daily one-minute mini-episodes, that can be watched on stylepush.co.uk, Facebook and on show sponsor Rimmel London’s site.
The London-based drama blurs fiction with real life and will react to real events in the fashion world in the run-up to London Fashion Week.
This story first appeared on newmediaage.co.uk
YouGov Insight:
· 30% of UK adults say that they regularly watch TV online.
· Half of those aged 16-24 watch TV online.
· This figure increases to 81% when only students are taken into account.
· A greater proportion of students watch online TV than traditional TV (81% versus 78%).
· Students watch 78 mins of traditional TV per day, but online TV is catching up at 62 mins per day.
Readers' comments (1)
Tom Harvey | Wed, 11 Aug 2010 12:41 pm
This looks almost identical to the dissertation I did at uni in 2008/2009 which I pitched as an idea to Channel 4 last year. Check out my ideas below...
http://bloggiestbloggyblog.com/2009/10/25/223166851/
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Televisão linear e previsões para o futuro
the company came up with the following five predictions for our TV habits over the next 10 years at Intel's 'Shaping the Future of TV' discussion.
- There'll be a steady transition towards IPTV with 50-70 per cent of households receiving such a service by 2020.
- The traditional mode of viewing in 2020 will still be linear.
- Advertising will still be a critical part of TV revenue but more likely 20-25 per cent, down from 31.
- Pay TV will increase proportionally to more like 50-60 per cent.
- The balance of power in the TV world will move further from the content providers and to the platforms instead.
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It is not “you push, they consume.” It’s more “you join in, and they share.”
Your radio station is to a radio network as any one of your listeners is to her network of friends, her “social network.” And “social media” describes the content and the pipeline for that content people choose to share with their friends. Where there’s no sharing, there’s no “social” and no “media.”
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Profissionais de Social Media - que unidade de medida para aferir o sucesso?
Depois de uma estimulante questão colocada no "Grupo de Profissionais de Social Media", deixo aqui cópia da minha reflexão.
Podem aderir ao grupo ou ver outros comentários, aqui »
A pergunta:
Qual é a vossa opinião sobre a transferência do modelo de ROI para um modelo de "monetizing" em Social Media, atribuíndo valores reais de dólar/euro/moeda aos diversos tipos de interacção?
Pessoalmente, não adopto. Sobretudo na nossa área onde muitos dos conteúdos que produzimos são de serviço público e nem sempre transponíveis numa regra de 3 simples em que mais gente ou mais interacções = mais dinheiro. Compreendo a simplicidade que muitos estão a tentar propor. Mas não acredito na praticabilidade dela. Nem sempre haver alto engagement ou contacto implica aumento das vendas. Ou seja: poderíamos ter um ROI numa campanha que indicasse, em valores dólar/euro/moeda, que correu e 'rendeu' excepcionalmente bem. Mas avaliando as vendas do produto em si, o mesmo poderia não se verificar. Daí, que sentido faz transpor esta unidade de medida para aqui? Só gera confusão. Seria o mesmo que em televisão deixarmos de ter rating e share para passar a transpor essas medidas para unidades de euro/dólar/moeda.
O que depreendo da proposta, é que há uma urgência em transpor (ou criar) rapidamente a relevância do meio para uma métrica que permita, como sucedeu na web, trazer rankings e tabelas simplificadas numa (ou no máximo 2) unidades de medida, para dinamizar o negócio em torno do Social Media. Mas até na web foi um processo (ainda está a sê-lo), em que passámos de hits, para pageviews, e agora visitas, mas já se falando em visitantes únicos e tempos de visita para um futuro próximo.
Acredito que o meio encontrará, a passo e passo, as suas unidades de medida adequadas e que melhor expressarão a sua natureza. E claro, que depois ajudarão para que sobre elas se decida o investimento a fazer para obter o retorno esperado no curto, médio ou longo prazo.
VÍDEO: Benfica, Bocas e a SportTv
Enquanto não vão sendo todos apagados do YouTube, ainda dá para ver, ou ouvir. eis o vídeo com o off dos comentadores Sporttv a conversar antes do inicio do jogo / Benfica vs Sunderland 27.7.2010
Veremos a tinta que isto faz correr.
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VÍDEO: Barco no mar - ciclone
um vídeo incrível com um paquete no mar mediterrâneo a sofrer um pleno ciclone.
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Vale a pena ler aslgumas das conclusões e o próprio estudo "News Leaders and the Future"
April 12, 2010News Executives, Skeptical of Government Subsidies,
See Opportunity in Technology but Are Unsure
About Revenue and the FutureAmerica’s news executives are hesitant about many of the alternative funding ideas being discussed for journalism today and are overwhelmingly skeptical about the prospect of government financing, according to a new survey by the Pew Research Center’s Project for Excellence in Journalism in association with the American Society of News Editors (ASNE) and the Radio Television Digital News Association (RTDNA).
Many news executives also sense change for the better in their newsrooms today, despite cutbacks and declining revenue. Editors at newspaper-related companies praise the cultural shifts in their organizations, the younger tech-savvy staff, and a growing sense of experimentation. Many broadcast executives see so-called one-person crews—in which the same individual reports, produces and shoots video—as improving their journalism by getting more people on the street.
But the leaders of America’s newsrooms are nonetheless worried about the future. Fewer than half of all those surveyed are confident their operations will survive another 10 years—not without significant new sources of revenue. Nearly a third believe their operations are at risk in just five years or less. And many blame the problems not on the inevitable effect of technology but on their industry’s missed opportunities.
“Our mantra this year is experiment and fail quickly,” one newspaper news executive volunteered. “Don’t be afraid of change and don’t stick with something too long if it doesn’t work.”
“Outside funding options are a bad idea overall,” one broadcast news executive offered. “They are being used to ‘save’ old models of journalism that are no longer economically viable and will die out over time no matter what.”
The survey found some significant differences in the attitudes between leaders of newspaper-based newsrooms and those of broadcast. Among them was their view of journalism’s future. Broadcast news executives were strikingly more pessimistic, with those who see journalism headed in the wrong direction outnumbering those who think it is headed in the right direction by almost two-to-one. Leaders of newspaper newsrooms, by contrast, are split, with a slight tilt toward optimism.
These are some of the findings of the survey, conducted from December 2009 through January 2010, of members of the two major groups representing news executives from the newspaper industry and the broadcast industries, ASNE and RTDNA, conducted with the Project for Excellence in Journalism. In all, 353 news executives responded, representing 36% of those surveyed from ASNE and 24% from RTDNA.
Among the findings:
- Many of the new revenue options being debated today receive only limited or divided support from news executives. When it comes to the often-discussed option of pay walls for online content, for instance, only 10% say they are working on them, though that could change. Another 32% are considering them and just 11% have written off the idea. More than a third (35%) have not even considered them at all. Still, as they look ahead, only 15% of news executives believe pay walls will be a significant source of revenue in three years.
- There is significant resistance, however, to other discussed revenue streams, particularly from the government or from groups that engage in advocacy. Fully 75% of news executives have serious reservations about receiving government subsidies, and 78% have significant resistance to financing from interest groups. Roughly half have significant worries about funds from government tax credits and more than a third have significant doubts about private donations.
- Most of the effort online is focused instead on more conventional revenue sources. Display and banner online advertising, for all that it has failed to grow, is still the No. 1 area of effort and the one that news executives pin their greatest hopes on. But second is revenue from products outside of news.
- Broadcast news executives are noticeably more pessimistic about journalism’s future than editors at newspaper-based operations. Broadcasters think their profession is headed in the wrong direction by a margin of nearly two-to-one (64% versus 35%). By contrast, editors working at newspapers were split (49% wrong direction versus 51% right direction). A year ago, journalists who were members of the Online News Association surveyed by PEJ fell in between these two, 54% wrong direction, 45% right.
- And most news executives think the Internet is changing the fundamental values of journalism. Six out of ten feel this way—though executives from broadcast operations (62%) do so more than executives from newspapers (53%). And their biggest concern is loosening standards of accuracy and verification, much of it tied to the immediacy of the Web.
- Mobile applications are becoming increasingly important. Three-quarters say mobile applications are essential or very important while just 35% say that of YouTube postings or other video websites.
E claro, sobre as paywalls: "as they look ahead, only 15% of news executives believe pay walls will be a significant source of revenue in three years"
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Profissionais de Social Media
Está criado um grupo de "Profissionais de Social Media" no LinkedIn para o efeito, aqui:
http://www.linkedin.com/groups?mostPopular=&gid=3216964
Contudo, encontrei este belo vídeo (um pouco extremado no humor, é certo) que ilustra um pouco o mais recente tópico de discussão: "Aquilo que um profissional desta área nunca pode dizer, é...?".
=P
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"Espanha: Toshiba não cumpre promessa de campanha" - e assim se fere de morte uma marca...
Newsletter, Destaque, Noticias-->Espanha: Toshiba não cumpre promessa de campanha
14 de Julho de 2010 às 00:06:12, por Pedro Durães
A marca japonesa Toshiba está a falhar com aquilo que tinha prometido em campanha publicitária lançada no âmbito do Campeonato do Mundo de Futebol da África do Sul. A marca tinha avançado com uma campanha em vários mercados europeus, incluindo Portugal, em que garantia a devolução do dinheiro aos consumidores que comprassem portáteis e televisores da gama média/alta no período do Mundial, caso a selecção conseguisse trazer a taça para casa. A selecção espanhola sagrou-se campeã do mundo e agora, adianta o site El Confidencial, chovem queixas perante a marca, que se recusa a devolver o dinheiro, alegando que os compradores não se registaram no site. No entanto, este requisito não era especificado na publicidade, segundo critica a associação Consumidores en Acción, que refere que “se para recuperar o valor dos produtos da Toshiba era tão importante registá-los como comprá-los, estes elementos deveriam estar destacados da mesma forma”.
Outras Notícias de Media -->WorkMedia Eventos & Conferências procura novo líderNotícias Relacionadas
-.-
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YouTube para TV
Depois da Google TV, o YouTube lança a experiência maximizada do TestTube, uma versão agregando apenas vídeos em HD e preparada desde a navegação para uso em situações de "sala".
E a luta continua.
=P
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Yorn - Vito Corlyorn e nova campanha de rebranding
O conceito é muito interessante, tendo alguma curiosidade quanto ao porquê. O universo 'dei mafiosi' é tipicamente mais masculino e, nesta voz-off, após o inicial estilo rude e grosso, este vito corlyorn transforma-se num até simpático mafioso de estilo ácido e com voz de Shrek.
Veremos.
Para acompanhar.
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Fecho do Rádio Clube Português, com despedimento de 36 colaboradores
Destaque, Noticias, Newsletter-->MCR encerra Rádio Clube e despede 36 colaboradores (em ACT.)
8 de Julho de 2010 às 15:31:58, por Ana Marcela
O Rádio Clube Português encerra no próximo domingo. A decisão foi comunicada hoje aos colaboradores e justificada pela administração, em nota enviada às redacções, pela “inviabilidade económica de um projecto tecnicamente complexo e dispendioso que, na actual conjuntura, se tornou inviável”. O encerramento da estação lançada em 2003 e reformulada em 2007, sob a direcção de Luís Osório, levou o braço radiofónico da Media Capital a anunciar uma “reorganização de toda a estrutura de forma a garantir que a performance global não é afectada”, o que irá “implicar a rescisão com 36 colaboradores”.
A partir do dia 12 na actual frequência da RCP será emitido “um novo formato com três noticiários ao longo do dia, sendo o resto do período preenchido com música dos anos 60 e 70”.
A administração da MCR frisa que esta é uma “decisão isolada, sendo que a MCR irá continuar a apostar no desenvolvimento dos restantes projectos desta unidade de negócio”.
O M&P tentou obter um comentário da administração da MCR e de Vítor Moura, director da estação desde Julho do ano passado, mas até ao momento tal não foi ainda possível.
Outras Notícias de Media -->WorkMedia Eventos & Conferências procura novo líderNotícias Relacionadas
Posso até trabalhar na RTP e adorar as nossas rádios, mas não deixava de ser também ouvinte assíduo das manhãs, em zapping constante. Tenho pena deste desfecho, até porque alguns dos profissionais são muito bons mas, infelizmente, é mais uma prova de que o Mercado de media não está para brincadeiras.
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filho de Cristiano Ronaldo
Acabadinha de receber:
"Sabes o que disse o Ronaldo quando lhe perguntaram quem é a mãe do puto?
- Perguntem ao Queiroz."
O "THE GUARDIAN" dá as boas-vindas aos leitores do "THE TIMES!
The Times website paywall.
And a very warm welcome to all our readers from The Times. We're very sorry you awoke to find you could no longer read your newspaper online without a credit card and we feel your pain.
We couldn't get into the Times site either last week when it was supposed to still be free as the registration system had crashed. But we can help you through this trauma. Call it a belief in an open internet or care in the community if you like, but here at the Guardian we can offer everything you ever wanted from the Times – and more – for nothing.
I suppose I ought to start by introducing myself. I write the weekly Digested Reads, among other things. As this is a sales pitch, I've been asked to mention that the new Oxford Book of Parodies says I'm one of Britain's best parodists, dead or alive. You can work out which.
To many of you, much of our website may seem a bit unfamiliar. We're not going to try to hide the fact that on certain – make that all – issues we tend to be the teensiest bit liberal.
But don't let that scare you. We don't bite. Very hard. And we do have a few of our very own Tories writing for us, though apparently they don't like being called Tories so I'm not allowed to say who they are as they have friends in very high places and could get me fired.
It's possible you last read the Guardian when the sports coverage ran to a single line – "Last night England lost 4-1 to Germany in a game of Association Football". Well just check it out now. We suspect you'll find it rather more interesting and fun these days.
And the same goes for all the other subjects we cover – politics, comment, education, environment, books, film, music, TV and a whole load more.
There's no need to miss your favourite columnists either. We know you like Caitlin Moran's Celebrity Watch but excellent though Caitlin is, check out her inspiration: Marina Hyde's Lost in Showbiz. (Sample quote: "Until Wednesday, Madonna had appeared to be dealing with the Guy-shaped hole in her existence the best way she knows how: by frotting a couple of nuns on stage every night in a crowd-thrilling tableau that hints at both the eternal fragility of the human heart and the recession-proof nature of amyl nitrate.")
We've never quite understood your fascination with Giles Coren, especially as his much more talented sister Victoria writes for us twice (yes twice) a week, but each to their own.
And look, we've got loads of other great writers — Patrick Wintour, Gary Younge, Polly Toynbee, Amelia Gentleman, Zoe Williams, Simon Hattenstone, Michael Billington, Simon Jenkins, Alexis Petridis and dozens of others who will knife me in the front when I get back into the office for not giving them a namecheck.
We can also guarantee to be a 100% Melanie Phillips-free zone – although we are happy to count her as one of our most avid readers. She's always moaning about us on her Spectator blog.
To make you feel right at home, we run a selection of interminably dull pieces by the great and the good that no one but the commissioning editor ever finishes, but I'm not allowed to mention who they are for much the same reason as I can't name the Tories.
But if you stick with us, you'll soon work out who they are and stop reading them for yourselves.
There will of course be a few very noticeable differences. We don't always write about Rupert Murdoch in the way the North Korean media reports Kim Jong-il and we have occasionally made a critical remark about Sky and News International.
You may however find it refreshing that we do also criticise the Guardian Media Group when they step out of line.
We're told that most of you read the Times online just for Jeremy Clarkson. But look, he's here too! Or rather his avatar is. But we don't think you will be able to tell the difference ...
What's the point of Norway? On the night I stood having a cigarette outside Lillehammer's equivalent to Piccadilly Circus, I didn't see a single car. I felt like a lonely fat poof hanging around outside a public lavatory, while my friends George and Michael were inside getting it on with an Eskimo in salmon-pink, reindeer-skin chaps. And talking of which, here's the Mazda MX-5, the gayest car ever built.Fighting my way past the scores of Hungarian paedophiles and Muslims wearing waistcoats packed with explosives whom Tony Bliar and his multicultural cronies have personally invited into this country brings me nicely on to the Lexus. Here's another piece of foreign rubbish we could do without. If we filled every Lexus with Germaine Greer and her bunch of dungaree-wearing lesbians and sent them back to Japan, the country would be a far better place.
OK, so it was me who wrote that.
And if you get fed up with too many words – as I'm guessing you might well be by now – then catch up with all our podcasts and videos. So don't be shy. Have a look around wherever you fancy. We can guarantee you'll have fun and it won't cost you a penny. Come on in. Thirty million online readers can't all be wrong.
Como o "The Times" passou a versão paga e integralmente escondido até da indexação pelo Google, eis um divertido post (irónico mas sério, não se desenganem) de John Crace.
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The Times - começou a era da versão paga. Alguém aposta até quando durará?
O pago e o não-pago na web discutem-se até antes mesmo da própria web. E os meses passados, com a oposição das News.Corp. à Google voltaram a acender o debate. Depois de um curto período em que os novos sítios do The Times e do The Sunday Times estiveram abertos, começou esta semana a versão paga que, a meu ver erradamente, impedem a indexação de todo o conteúdo pelos motores de busca. Ou seja, mesmo que eu pesquise o artigo não será devolvido nas pesquisas do Google, onde, se clicasse, abriria o artigo escondido por uma camada de cor impedindo a leitura mas convidando-me ao pagamento/subscrição.
Claro, depois há mais.
O subscritor paga para aceder aos jornais mas continua a ter publicidade na mesma, não se vê livre dela. E se adorou um artigo e o partilhou no blogue ou no Facebook para os amigos verem, lerem e viverem aquele tema como ele viveu, esqueçam, porque só os subscritores poderão fazê-lo.
Opiniões e negócios à parte, a maioria (pareceu-me), critica e vaticina a operação ao insucesso. Mas há outra pergunta: e se o The Times e o The Sunday Times com este modelo puderem manter-se activos e com público, mesmo que reduzindo a sua redacção e extensão de informação (mesmo que daí também tornando-se um outro jornal que não como até aqui conhecíamos)?
To be continued...
Veremos.
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www.maxima.pt
Vi a nota de imprensa e até fiquei curioso ao saber que a WIZ era a empresa que havia criado a wireframe e design. E sinceramente? Uma desilusão...
Confusão de fontes, wireframe confusa, miscelânea de destaques que parece banners publicitários de fugir, indicações aqui em seta, depois "anterior/próxima" mas com má legibilidade... Xi!
E claro, lá temos mais um canal web.tv, desta vez o Máxima.Tv, e a seguir virá o site da Rádio Comercial.
seria interessante um dia alguma empresa realizar um estudo nos últimos 4 anos sobre o surgimento de web.tv's nos sites e ver em que casos e onde de facto este custo avultadíssimo de tempo e recursos conseguiu ser verdadeiramente vantajoso e diferenciador.
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Música do anúncio da TMN
Alguém sabe de quem é a música do novo anúncio da TMN, "A TUA PRAIA"?
looks very, very niiiice.
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Vídeo - filmar com um telemóvel em HD, sim, é possível =)
O novo Nokia N8 estabelece um novo patamar na qualidade fotográfica e de vídeo.
muito bom.
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