Mulheres: ganharam!
A vida é mesmo injusta para o sexo masculino.
Mulheres, não vale a pena continuarem a defender-se - Já ganharam.
Nós, homens, não temos nada que nos apoie na velhice. Podemos até só rapar os pêlos de 20cm2 de pele enquanto vocês o fazem para as pernas, axilas e virilhas. Mas algum dia, alguma vez, algures nos vossos mais remotos pensamentos saberão o que é essa temível e terrível sentença, essa desprezível maldição que é possuir longos, grossos e retorcidos pêlos a brotarem das narinas e dos ouvidos, cada vez maiores, à medida que a velhice toma conta de nós!?!?
Não me parece...
Ah, juventude!
Pepe FROTA
http://jornal.publico.pt/2005/01/05/Sociedade/S99.html
Esta notícia do PÚBLICO dá conta de um livro que Alexandre Frota vai lançar na próxima segunda-feira, e que terá sido escrito em apenas dois dias, mais precisamente os dois dias que compuseram o fim-de-semana passado; esse mesmo, o de final de 2004 e início de 2005.
Pôxa!
Não sei que diga!
Alexandre Pepe Rápido Frota!?
Será que o homem, quando faz filmes porno, também despacha o "assunto" de forma assim tão rápida?...
Cabelo nos homens VS. Mulheres
O cabelo é uma chatice...Já aqui falei no brilhantismo do gel para cabelo. Mas hoje vou falar dos malefícios e desejos sobre o cabelo.
O mais curioso no cabelo é que, para uma grande camada de homens, ele é uma imensa dor de cabeça, enquanto que para as mulheres ele é um bem estimável.
Para os homens, o cabelo é esse empecilho que sempre cresce e tem de ser cortado todos os meses. Atrapalha-nos a vida. De manhã torna-nos horrorosos. E por mais que tentemos, nunca sabemos muito bem como lidar com ele. Daí ter nascido o gel e a brilhantina. E daí também, aliás, porque o cortamos "à homem". Cabelo "à homem" é cabelo curto. Não é à toa que no serviço militar o cabelo é quase rapado.
Mas para as mulheres nada disto faz sentido. Porque para elas, desprezar o cabelo é menosprezar um filão de auto-estima e de valorização pessoal.
O cabelo, para as mulheres, é como um bonsai para os nipónicos. Cuidam dele com muito jeitinho, todos os dias; têm pentes especiais; aplicam-lhe cremes; champôs para períodos do mês e do ano específicos; hidratam-no, mimam-no... E ao contrário dos homens, as mulheres vão ao cabeleireiro, principalmente, "arranjar o cabelo"; em casos extremos, cortam-se as pontas ou apenas um ou dois dedos. Mas nós, homens, somos incapazes disso. Para nós é: "Pente quatro, faxavor!".
Não admira, portanto, que a calvície seja um problema inteiramente masculino. Faz todo o sentido. É algo com o qual não sabemos lidar. Até à parte de nos servirmos de um pente e um ou dois champôs, tudo bem. Mas mais do que isso é muuuito complicado.
A minha ideia para tudo isto é que, algures na nossa existência como espécie em vias de desenvolvimento, nós, homens, ter-nos-emos reunido e escrito um tratado clemente onde pediríamos:
"Caro Deus, por favor, nós já somos feios e peludos por todo o corpo por natureza. Do que menos precisamos é destes pêlos na cabeça a crescerem constantemente e a taparem-nos a cara. Pedimos-te! Rogamos-te! Tira-nos esta coisa de cima! Porque se assim não for, não temos hipótese com as miúdas! Isto denuncia-nos imediatamente que estamos há várias semanas sem um banho!"
Posto isto, Deus tê-los-á ouvido. E eis, portanto, porque hoje temos homens carecas.
O tabaco, um mal!?
Os malefícios do tabaco...
Tabaco, tabaco, tabaco!
Parece que de repente todos acordaram para um mesmo mal, contra o qual acham que têm de investir todos os esforços e mais alguns.
Matem o tabaco!
Matem o tabaco!
Matem o tabaco!
Eu não fumo, mas acharia muito mais engraçado ver a opinião pública e o Estado a serem bem mais originais.
Veja-se, por exemplo, o caso do pastel de nata! Esse sim, um grande responsável pelo aumentar da obesidade nas populações.
"Governo limita a venda de pastéis de nata a uma unidade por pessoa / dia"
"Pastel de nata banido de cafés e snack-bars!"
"A partir de 2006 o pastel de nata só poderá ser adquirido em estabelecimentos próprios e por maiores de 18 anos"
Olhem para isto!
Vejam os milhares de pastéis de nata que são consumidos todos os dias impunemente e que nos consomem as carteiras, instalando-se em larga escala nas nossas massas adiposas!
Isto não pode continuar.
Abaixo o pastel de nata!
Mas onde é que já se viu?
Daqui a pouco ainda nos obrigam a reciclar o lixo, não!?
Tss...tss...
2005
É pá,
alguém me diz o que é que se passa?!
Quem foi o paspalho que andou a brincar com o calendário, pá!??
porra...
Agora vou ter de fazer 'reset' a isto e começar tudo de novo, não é!?
Paspalheira...
Logo agora que já me 'tava a habituar ao 2004!...
Ar forçado
Há uma questão que me intriga. Aliás, sempre intrigou.
Quando eu era mais puto, adorava andar de carro com o meu pai. Mas havia algo que me fazia coçar a cabeça: no Inverno, com o frio, o meu pai ligava o aquecimento no carro no máximo para desembaciar rapidamente os vidros. Umas vezes abria também as janelas, para deixar entrar ainda mais ar e desembaciar os vidros mais depressa; mas a maior parte das vezes deixava os vidros fechados, e ali ficavam as ventoinhas no máximo, a puxar ar lá de fora e a mandá-lo já quentinho para dentro do carro.
O que eu ainda hoje não percebo, enquanto faço exactamente a mesma coisa, é isto: se eu tenho os vidros fechados e estou constantemente a meter ar dentro do carro, como é que ao fim de uma boa meia-hora o carro não levanta como um balão!? ou, simplesmente, não rebenta, como uma bola de sabão!?
xmas&2005
venho por este meio desejar aos três leitores que cá vêm ler este blog (portanto, ao meu heterónimo, à minha mulher e ao meu vizinho de cima, que passa a vida a tentar descobrir como me há-de estragar o blog) um g'anda xmas e um xalente 2005.
se mais alguém por aqui vier passar os olhos,
é pá, o mesmo p'a vocês também!
como diria o meu amigo NunoGodinho: namaste!
Cães nos cafés
Muita gente se chateia quando vai a um café e tem de deixar o cão à porta.
De que é que estavam à espera?!?
Os senhores do café só estão a ser responsáveis e misericordiosos. Pois como acham que se sente um cão ao entrar num antro de caramelos, rebuçados, bolos cremosos, pastéis de carne, fatias de salame, queijos amontoados sobre outros queijos, rissóis e sandes de lombo assado!? Só o cheiro de isso tudo já lhes é penoso o suficiente!
Aliás, bem vistas as coisas, é minha opinião que se fizesse o mesmo em muitas outras situações. Hoje em dia, temos de ser muito mais conscienciosos.
Veja-se o caso das casas de brinquedos!
Eis um dos grandes exemplos de irresponsabilidade. Também aí deveriam haver sinais que impedissem os pais de levar os miúdos lá para dentro.
Que crueldade...
Ainda nem têm mesada ou ordenado mínimo e ali estão eles, inocentes, puros, a serem arrastados para um delírio de tentação e desejo.
Não se faz.
Claro que, apesar disso, é engraçado ver os pais com ar seguro e responsável dizerem aos seus filhos:
-João, tens de perceber que não podemos comprar tudo o que nos apetece; mas claro, apesar de eu saber isso, só entrei aqui para te fazer sofrer e sair sem levar um único Lego. Mas tu compreendes isso, não compreendes!?
Experiência caseira
Tenho uma caneta bic pendurada lá em casa. Está ali há mais de 4 meses. Sem tampa. Completamente aberta. O tubo de tinta cheio que nem um ovo! Que nem um coco prestes a cair do ramo! Ali está ela, esguia, translúcida, aberta, com o rabo de plástico preso a um fio de pesca que por sua vez se segura num mágico gancho da Tesa, no tecto. Segundo eles dizem, lá na bic, a tinta nunca irá sair pelo bico. E é verdade. Pelo menos há já 4 meses. Daqui a mais 2 dou por terminada a minha experiência. Se até lá o raio da caneta não tiver feito tábua rasa ao marketing da bic, o meu sofá velho não irá ficar cheio de tinta azul e de nada me servirão as já 960 cassetes de vídeo de 180min. com tudo filmado...
(É verdade que se somar o valor das cassetes já poderia ter comprado um sofá novo; mas digam-me sinceramente: acreditavam também vocês que eles tinham testado o raio das canetas!?!)
Escrita Criativa
Às vezes perguntam-me o que é a escrita criativa.
A resposta não é fácil.
É que a escrita criativa não tem nada a ver com estruturar ideias. Muito pelo contrário. Porque é daquelas coisas que só os tipos que nunca sabem tirar as meias dos pés como deve ser, sabem fazer. E esses tipos sabem fazer tudo, menos estruturar ideias e tirar as meias dos pés como manda a lei.
A sério.
Deve haver alguma tese sobre isto bem mais fundamentada. Mas no fim, esse crânio e eu estaremos intimamente ligados pela mesma conclusão: gajos que escrevem criativamente bem são aqueles gajos que se trocam por completo no que toca a pares de peúgas.
Gavetas cheias delas onde metade não está com o par certo; quedas bailarínicas enquanto tais escribas tentam tirar as ditas das patas; bolas de algodão amarfanhadas e disformes, espalhadas pelos recantos escondidos da casa no percurso entre a cama do quarto e o cesto da roupa...
São assim os criativos da escrita: loucos, aluados, perdidos no seu mundo único!
Assim, sublinhe-se: escrita criativa é não saber tirar as meias, não saber lavá-las, e sobretudo, não saber de uma delas quando já se calçou a outra (após se ter repetido o mesmo para todos os pares na gaveta funda...).
Deste modo, se algum dia um jovem empregado ou colega vosso chegar atrasado e usar o argumento de que esteve a arrumar a gaveta das meias para poder encontrar o par delas todas - sorriam, e digam-lhe que "tudo bem!".
Afinal, vocês estão na presença de um génio.
Constipações
é quando estamos VERDADEIRAMENTE constipados que percebemos o conceito de "papel macio". Até então, tudo não passa disso mesmo, um conceito perdido na nossa cabecinha. Mas é nesse dia fatídico, nesse dia de nariz húmido e ferido, de lábios gretados e pele seca, que damos valor e percebemos a diferença entre um pacote Renova e rolo de cozinha...
Tiques
O mais interessante nas pessoas que usam óculos ou fumam são os tiques.
Eu adorava usar óculos ou fumar, só para poder ter aqueles tiques.
O problema é mesmo o dinheiro.
Fumar um maço por dia custa dois salários mínimos ao fim do ano. E as armações leves e estilosas custam uma pipa de massa.
Por isso, aqui se desarma o argumento cinematográfico que nos vêm incutindo ao longo dos anos, de que todos podemos ser grandes ídolos cheios de tiques mágicos ao vislumbre dos quais qualquer ?babe? logo desfalecerá.
Nada disso.
Para ter o tique mágico de um Bogart a retirar o cigarro da boca e assim pôr meia plateia a cair para o lado, só mesmo auferindo um belo ordenado de estrela.
Isso ou então optar por aqueles cigarritos de chocolate... Mas depois lá se vai o tique de atirar belas bolas de fumo ao ar.
Uma conversa qualquer
Para conversar qualquer coisa serve. Qualquer assunto. Aliás, uma conversa qualquer é isso mesmo: uma conversa sobre um assunto qualquer. Não importa ao certo qual, desde que seja com qualquer um e em qualquer lugar. Nada maior e mais nobre existe senão conversar. Por isso falemos. Conversemos. Troquemos conversas. O necessário mesmo é que se troquem umas palavras quaisquer para então no fim podermo-nos ir embora com a consciência tranquila de que falámos sobre qualquer coisa. Falámos. Pronto. Está dito. Nada mais há depois a registar. Porque qualquer coisa é sempre preferível a coisa nenhuma. E disso não há qualquer dúvida.
Palavras...
Alguém me pode explicar porque razão a palavra ?analogamente? ainda não foi motivo de estudo detalhado? Porque razão uma palavra que tem começo em 'anal' pode ser usada como sinónimo de "semelhante", "afim", "parecido" ou mesmo "aproximado", e ninguém reparar nisso!?!?!
Allô!?
ANAL!!!
Há lá perversão maior que esta?
O que se segue?
Pilau?
Teremos algum senhor doutor a proferir numa conferência:
-"Eu creio que, analoga e pilaumente a isso, há muito ainda a ser estudado."
Não me parece...
C & R
Contexto. Contexto e Relatividade.
Eis os pilares da vida moderna.
É graças a eles que conseguimos compreender o mundo de hoje em dia.
Contexto. Relatividade.
Por eles podemos perceber tudo. Por eles sabemos que, se virmos um tipo cantar mal no chuveiro, não o mandamos calar; por eles sabemos que se virmos um tipo cantar no meio da rua o chamamos de louco e por eles sabemos que se virmos um tipo agarrado a um microfone em cima de um palco lhe damos 35? das nossas poupanças com todo o gosto.
Contexto. Relatividade.
Da mesma forma, se ouvirmos 'Kuduro' numa discoteca na margem sul do Tejo lhe chamamos música brega, mas nos jardins da Gulbenkian transforma-se em música étnica.
Contexto.
Relatividade.
Analogamente, a traição masculina nalgumas sociedades obriga ao capanço do dito, enquanto noutras isso é visto como um acto de pujança e virilidade.
Contexto...
Relatividade...
É talvez devido a estes pilares de raciocínio que os actuais governantes do nosso país nos dizem para acreditar no futuro:
-Dado o actual Contexto mundial e uma vez que a felicidade é Relativa, de facto, temos de concordar com eles: o momento é mesmo de total optimismo e contagiante alegria.
Como se fazem os iogurtes?
Esta é uma das questões que mais ocupa a mente do homem moderno dos nossos dias. E muito me apraz poder, aqui, agora mesmo, respondê-la.
O iogurte tem origem no esmagamento dos crânios dos zéfalos, animais rastejantes que existem apenas no centro da Austrália (não medem mais de um metro de comprido e pesam cerca de 15 kilos). Após o esmagamento do crânio dos zéfalos, a massa obtida é desfeita por um processo químico denominado azefalialactisferta, de onde se extrai o lado pastoso e branco da massa cerebral dos zéfalos. Esse produto é então exportado em grandes contentores para todo o globo.
Em cada país, posteriormente, o lacti (nome pelo qual é comummente conhecida essa pasta branca), é depois misturado com água das pedras e pastilhas de cálcio. Este processo leva cerca de 4 dias e é acompanhado de perto por especialistas com idades nunca inferiores a 19 anos e nunca superiores a 22. As razões de tal coisa são ainda um mistério, mas a verdade é que sempre que se tentou furtar tal regra universal, isso só deu merda.
Após o lacti ter sido misturado e remisturado e controladamente transposto para os bidões que darão os iogurtes, é adicionado o corante.
O corante tem sempre origem animal. Isto nos bons iogurtes. Porque nos maus adicionam tinta bio-degradável. Quanto aos corantes, o mais usado é o branco (recorrendo ao sangue das térmitas africanas) ou o branco pérola (vermes-de-sola de Singapura). Para cores mais fortes recorrem-se às aféminolíneas do sangue dos animais de sangue quente, abatidos nos matadouros por esse mundo fora.
Após esta mistura, o leite iogúrteo é então vertido para uns pequenos boiões, para posteriormente ser selado e comercializado.
A razão do prazo de validade dos iogurtes nem é tanto o facto de se poderem estragar, mas apenas porque os corantes têm uma duração limitada, após a qual ser ultrapassada logo começarem a decompor, todos eles, em verde acastanhado.
Assim é, portanto, como se fazem os iogurtes.
(Grosso modo, claro!)
Tu hablas português!?
Porque é que tantos pacotes de cereais e de sumos e de bolachas e de pastas de dentes e de champôs e de detergentes e de tantos eteceteras trazem sempre o nome e as restantes laminares frases de promessa publicitária em espanhol e, quando toca ao português, vem tudo numa letra uns tamanhitos abaixo!?!?
Isso significa o quê?
O tamanho da letra é proporcional ao número de falantes de cada língua no mundo!?
Como é que fazem então com os chineses?!Oferecem uma embalagem extra, vazia, para lá escreverem em letras gordas tudo o que não coube na embalagem principal!?
IBM
e se, às 17:40h o vosso disco rígido resolver presentear-vos com um knock-out e sucessivo barulho repetitivo da agulha, isso é........
...um disk-boot-faillure.
Mas não se preocupem;
basta terem feito um backup dos últimos 10 anos do vosso disco rígido nalguns DVD's.
Parques de Estacionamento
O melhor indicador de diversão para uma criança é o tamanho do parque de estacionamento.
Se é grande, então há muita gente.
E se há muita gente ali parada, só pode ser porque ali há imensas coisas para alguém se divertir.
É matemático.
E infalível.
Já alguém viu parques de estacionamento gigantes e abarrotadamente cheios de carros junto de uma repartição das Finanças!? Respondo por vocês: não.
Mas o que acontece com estes locais:
praias no verão, estádios de futebol antes de um jogo, centros comerciais ao fim-de-semana, qualquer dia e qualquer hora na IKEA, fim-de-semana de sol no jardim zoológico...?
R: Todos têm os parques de estacionamento incrivelmente cheios.
Não há que enganar.
Para uma criança, um parque de estacionamento só pode significar uma coisa: divertimento. Ali estão milhares de pessoas que pensaram ao mesmo tempo "'bora lá divertirmo-nos um bom bocado".
E porque é que isto é verdade? Porque só sabendo que o divertimento ia valer a pena estas pessoas se deram ao trabalho de enfrentar intensas filas de trânsito no mesmo sentido e a busca infindável por um rectângulo preto delimitado a traços brancos.
Façam o teste. Vão a um qualquer lugar onde um enorme parque de estacionamento esteja cheio e perguntem ao puto que vai no banco de trás:
-"Ouve, o que achas que se está a passar aqui?"
A resposta dele é imediata:
-"Não sei, mas deve ser fixe."
Top-Speed-Film
Já vi mais de 10.000 filmes na minha vida.
Quando digo isto às pessoas, quase ninguém acredita.
Mas é verdade.
É claro que a maior parte destes os vi desde o aparecimento do DVD. Mas isso não importa.
O que importa é que os DVD?s me facilitaram muito a vida no que respeita a ver filmes.
Se nos livros me bastava ler o índice e a última página (resultando isso às vezes na perda de cenas interessantes e cruciais lá pelo meio), com os DVD's isso não acontece, porque alguns trazem páginas de selecção de capítulos tão extensas e detalhadas que dá para ver o filme todo como se fosse uma autêntica B.D.
É fantástico!
Só faltam mesmo os balõezinhos!
Com isto, cada vez mais adoro as novas tecnologias ao serviço da sétima arte. E cada vez mais adoro ver filmes.
Às carradas!
Presentes de Natal
A forma mais camuflada de chantagem e compra de favores que há são os presentes de Natal.
Toda a gente vê a polícia a apanhar bandidos que traficam droga, políticos facilmente subornáveis, dirigentes desportivos corruptos... mas já alguém viu a D.ª Luísa ser presa porque ofereceu a última fragrância da Dior à menina Carla do Banco!?, ou o Sr. Silva por dar umas garrafas de tinto alentejano ao tipo do café onde vai todos os dias tomar a bica e engolir um croquete da casa!?
Claro que não.
Mas a verdade é essa:
Todos os santos Natais somos inundados com presentes de quem precisa de nós, e todos os santos Natais inundamos de presentes quem mais precisamos.
Gastamos 40? numa garrafa de espumante e oferecemo-la com um sorriso; mas o que queremos dizer em surdina, realmente, é:
-ouça, Sr. Ferreira, nos próximos 365 dias do ano, não se esqueça de me dar aquele croquetezinho a mais e de me piscar o olho quando o arroz for de ontem!
E é claro, do lado de lá vem sempre aquele sorriso fraterno e honesto de quem é presenteado com tais ofertas e cintilantes sorrisos cristalinos, ocultando por sua vez um pensamento incontornável:
-Claro que não me esqueço! Nem de si nem dos 130 clientes que cá vêm encher-me de chouriços da terra e de farnéis com pães-de-ló com sabor a água! É isso e depois fechar as portas! Deixe mas é aí a Murganheira e continue a comer os croquetes do dia anterior a pensar que são frescos...
a rotina...
Eu sou um tipo que gosta da rotina. A rotina conserva. A rotina tranquiliza-nos. Todos os dias acordamos à mesma hora, passamos a sentir fome sempre nas mesmas alturas do dia, tudo está programado para acontecer matemática e mecanicamente em momentos muito precisos do dia.
Podemos relaxar e viver em paz.
No fundo, só temos de nos preocupar uma vez em planear como queremos que sejam os nossos dias, e a partir daí é curtir.
É como se fôssemos o capitão Kirk e nos puséssemos a andar por aí com a Enterprise em velocidade de cruzeiro. Podíamos então recostar-nos na cadeira, com os braços atrás da nuca e desfrutar da vista e do passeio.
O único problema da rotina é quando, um dia, quando era suposto acontecer-nos rotineiramente alguma coisa, tal não acontecer.
Entramos em colapso.
A partir daí o mundo desmorona-se, entramos em Warp 20 e desatamos a ligar a todos os amigos psicólogos e cardiologistas que conhecemos. Do lado de lá, como é lógico, temos essa voz de compreensão e inteiro interesse profissional:
-Então, o que se passa!?
(É aqui que nós podemos descarregar todos os nossos desabafos)
-João, não sei o que tenho... não sei o que se passa comigo!! Por esta hora era suposto a minha bexiga estar aflita, mas não sinto vontade nenhuma.
Do lado de lá, como é lógico, a reacção não se faz esperar:
-Põe-te aqui depressa. Isso é grave!
-Eu sabia! Isto nunca me aconteceu... Eu bem suspeitei quando na terça-feira passada só me veio a fome dez minutos depois do que é habitual!...
xixi...
Não vou mais fazer xixi.
Renuncio a essa faculdade animalesca e grotescamente primária.
Para que é que quero isso!? Para que hei-de ir três ou quatro vezes por dia ao WC? Lavar as mãos três ou quatro vezes... Gastar três vezes litros de água e três vezes litros de detergente e três vezes três folhas de papel para limpar as mãos!?...
Não.
Esqueçam.
Não há nada de bom no facto de podermos fazer xixi.
Muito pelo contrário!
E agora que não faço mais xixi, vou também renunciar às minhas capacidades fecais. Porque isso sim, será revolucionário. Irei tirar a sanita da casa-de-banho e colocar aí um bom sofá!
Para que havemos de estar a ler o jornal com o rabo sentado numa louça fria, se o podemos fazer no conforto de uma boa poltrona!?
Perguntam os demais:
Mas para quê renunciar a tudo isto se posso ter uma poltrona na sala?
Ora, meus caros, ora... Por razões mais do que óbvias!
-Na sala entra toda a gente, quando quer e bem lhe apetece; no WC não; o WC é o nosso refúgio, o nosso cantinho eremita.
-Na sala não temos água mesmo ali à mão; no WC basta esticar o braço e abrir a torneira.
-Mais: no WC podemos pôr-nos em frente do espelho e admirarmo-nos enquanto fazemos figuras ridículas à vontade (sim, porque ninguém alguma vez irá arriscar fazê-lo na sala).
- Mas sobretudo: a grande vantagem de uma poltrona no WC é porque ninguém se senta na poltrona da sala a ler o jornal completamente despido da cintura para baixo.
Experiências
Porque é que temos de passar por tantas experiências traumáticas más, e não passamos igualmente por imensas experiências traumáticas BOAS!?
Modas
As modas estão por toda a parte. A moda está na moda. E está in. Está in estar-se na moda. Quem não está na moda, ?não está lá?? E o singular das modas é que cada vez mais elas deixam o espectro da vestimenta para se apoderarem de inúmeros outros campos. Como o das letras!
-Este ano está na moda fazer relatórios com Times New Roman?
-Já ouvi dizer que para o ano que vem vai ser obrigatório fazer as actas em Comic Sans?
Mas esta omnipresença faminta da moda está imparável. Não se pense que ela fica por aqui, pelo caricato. Até porque acautelem-se: nada disto é, de facto, caricato, mas muito sério.
Pelos vistos, o domínio das modas atingiu também os desempregados!
É que até já os currículos passam por modas!
-Este ano a moda é o texto alinhado à direita!
-O ano passado a moda foram as fotos a preto e branco!
-Diz-se que para o ano que vem?
Modas, modas, modas?
Será que há uma moda de seguir as modas que também é intercalada pela de não as seguir?!É que eu gostava de parar um pouco. Não sei? Digo eu? Tipo, para poder respirar!
Frango, esse animal!
Perdem tempo com tanta coisa, menos com o essencial.
Frango sem caroço. Eis pelo que a humanidade deveria sentar-se e discutir seriamente! Isso e também o terrível esmaecimento rápido das flores compradas no supermercado.
Tirando estes problemas gravíssimos por resolver, só me sobra mesmo o pavoroso caso das meias ? decerto que também vos está a sempre a acontecer!!! Ao fim de 4 ou 5 meses, começam a ficar todas desemparelhadas!!!! Não há ninguém responsável por isto? Nem ninguém que consiga resolver isto!?
PostScriptum: desculpem-me a insistência, mas... quem me pode explicar porque é que os casacos de malha agora trazem duas fatias de fiambre nos bolsos!?
Sexo à vista: Homens VS Mulheres
O sexo, entre homens e mulheres, está sempre presente.
Não vale a pena sermos hipócritas. Deixem-se todos de falsos moralismos!
Homens: tudo o que vocês querem são rabos redondos e subidos, seios volumosos e pernas de metro e meio!
Mulheres: confessem-se!
É que nesta coisa da admiração sexual, de longe, voyeur, violadora, sagaz, faminta, as coisas ainda não estão bem esclarecidas.
Toda a gente sabe que os homens adoram pernas. É por isso que as mulheres fizeram a mini-saia. Da mesma forma, toda a gente sabe que os homens adoram seios. Por isso inventaram os decotes e o Wonderbra. E toda a gente sabe que os homens adoram bons rabos (gays incluídos). É por isso que as Levi?s 501 para mulher têm aquele gancho especial, que lhes arrebita as duas nádegas rechonchudas como nenhuma outra calça no mercado (passo a pub.).
Agora chega-nos a questão: e as mulheres!?
As mulheres têm apenas um sítio para onde olhar e despoletarem os seus mais íntimos desejos sexuais, carnais, animalescos?
Mais: que fez a história do vestuário, de forma relevante, para culmatar esta falha e saciar-lhes esse tão escasso recurso!?
Não admira que as mulheres passem a vida a dizer que a primeira coisa que olham num homem são as mãos, os olhos ou os sapatos! Não têm outro remédio! Até na Grécia e Roma antigas as mulheres tinham mais sorte, com aqueles saiotes que então os homens da época usavam.
Mas agora não. Tudo foi tomado de assalto pelo belo fato e gravata.
É preciso tomarmos medidas, meus caros colegas homens!
Urge sermos tolerantes e camaradas.
Se elas tão pomposamente quase nos revelam o melhor das suas formas, porque não fazemos nós o mesmo!?
Aceitam-se sugestões:
-Calças transparentes?
-Gancho mais apertado?
-...
Falem, FALEM!
CORES
Porque é que dizemos cor-de-laranja? Cor-de-limão? Cor-de-pêssego?...
Porque é que para tantas cores usamos as frutas e até os legumes como referência?
Veja-se, por exemplo, o caso do verde!
-Verde lima
-Verde pistaccio
-Verde alface
-...
E porque é que não somos mais coerentes e fazemos isto para todas as cores e tonalidades, em vez de nos andarmos a baralhar por completo?
Vejamos, por exemplo, como simplificar o nosso mundo de forma radical:
-em vez de amarelo, diríamos "cor-de-banana"
-em vez de preto, diríamos "cor-das-uvas-à-noite"
-em vez de vermelho, "cor-de-morango"
-em vez de escarlate, "cor-de-cereja"
E por aí adiante.
A minha única dúvida, e que me vai impedindo de apresentar esta ideia a alguém do governo, é apenas esta:
-o cinzento!
Mas que raio de fruta é que é cinzenta!?!?
A GUERRA DOS SEXXXOS
A guerra dos sexos!
Quando eu era puto e ouvi esta expressão pela primeira vez, já não era nenhum sonsinho, e sabia bem as formas privadas e secretas de uma mulher; daí que a expressão ?guerra dos sexos? assumisse, para mim, uma imagem mental obscena: uma pila elástica, em pé, a dar cabeçadas numa vagina que, por sua vez, tentava vencer agarrando e esganando o pénis dentro de si...
Horrível!
Hoje as coisas são diferentes.
Para mim.
Não para a sociedade.
Para a sociedade o que conta e contará são, e serão sempre, as guerras.
Hoje é a guerra no Iraque. Mas já foi no Afeganistão. Antes disso até já foi a guerra contra a fome. E contra a pobreza. Ou contra a sida. Hoje já se ouvem pouco? É mais a guerra contra o terrorismo. E quanto à guerra dos sexos... bem, isso então nem se fala! Caiu, redonda, no esquecimento público. Está latente. Está lá. Está por aí. Simplesmente não se fala nela.
Mas o que há de comum em todo este combustível de manchetes de Telejornal? O que há de comum em todas estas guerras!? Até na guerra dos sexos? Sobretudo na guerra dos sexos?
Ora, é óbvio: são as diferenças.
Neste caso dos sexos, a diferença está igualmente patente até aos menos observadores e menos lúcidos: uns, os homens, têm uma proeminência onde outros, as mulheres, têm uma concavidade. Parece-me bastante simples.
Mas o que há de mais interessante nas diferenças sexuais, são os temas de conversa. E já toda a gente os conhece:
Homens = futebol
Mulheres = moda
Homens = política
Mulheres = telenovelas
Estereótipos, estereótipos, estereótipos... Eu vivo na esperança de, um dia, estar sentado num café e ouvir duas mulheres:
-Tu viste-me aquilo ontem!?
-Se vi!
-Não achas que foi penalti!?
-Ora, então não foi!!!
?enquanto do outro lado teríamos dois homens:
-Ouve, sabias que a Renata vai casar com o Paulo Mendonça!
-Qual Renata!?
-A Renata! A filha do fazendeiro!
-Isso é em que novela?
-Na das sete?
-Ah! É que eu só vejo a da noite...
Detergentes! #2
Somos conservadores. Não politicamente falando, mas cultural e geneticamente. Somo-lo. E não vale a pena discutir.Veja-se o caso dos detergentes.
Já aqui falei deles. Mas não sobre as relações de poder entre nós e os detergentes. Porque as há! Sobretudo a nossa grande relutância em relação aos poderes dos detergentes... ou, talvez melhor, sobre os super-poderes dos detergentes.
Passo a explicar:
Somos obcecados pela limpeza. Por isso temos o detergente. Mas a dada altura da nossa existência teremos olhado para a bancada da cozinha e teremos pensado:
-Isto não é suficiente. Como é que eu posso ter a certeza de que isto está limpo!?
(obsessão!)
Vai daí, inventámos o anti-bacteriano.
Mas pelos vistos não foi suficiente.
E vai daí ainda inventámos o anti-calcário.
E como se tal não bastasse, hoje em dia, depois de aplicar estes três produtos, ainda teimamos (porque o seguro morreu de velho) em aplicar um paninho final, desses que têm um cheirinho jeitoso e ainda dizem que matam o que todos os outros não matam.
Mas o que é que acontece quando surge uma nova marca e diz:
"Agora não precisa de todos estes produtos! Chegou o Turbo-Clean! É 4 em 1 ! Com o Turbo-Clean, é uma limpeza!!"
Os mais inocentes pensariam que teríamos chegado ao fim, que aqui está a 9.ª Maravilha do Mundo.
Mas não.
Porque a maioria de nós vai a correr ao supermercado comprar o Turbo-Clean. Lutamos com a vizinha do 4.ºC pela última caixa e regressamos vitoriosos a casa. Aplicamos o produto num paninho como se se tratasse da mais rara poção milagrosa, como se quiséssemos poupar o tubo de forma a nunca terminar até ao fim dos nossos dias.
Mas eis que, quando menos se esperava, após duas ou três utilizações, se instala a dúvida:
-Será que isto é verdade?
-Como é que é possível este limpar o mesmo que os outros todos juntos?
-Parece-me um bocado demais...
-Eles devem ter alguma na manga...
-Então se eu esfregava a bancada quatro vezes, como é que agora só com uma isto fica bem!?
Resultado:
Após termos comprado o Turbo-Clean acabamos, inevitavelmente, por deitá-lo na bancada quatro vezes e esfregar as mesmas respectivas quatro vezes:
-Não é por nada... apenas por uma questão de precaução...
E não se estejam a rir. Vocês também já fizeram isto.
Detergentes!
Há uns séculos atrás, o mundo habitava um clima de horror, caos e tragédia. E não era para menos. Veja-se o temível acto de lavar as mãos.
Quase ninguém lavava as mãos.
Para quê?! Logo a seguir ficavam sujas! Podia-se até passar as mãos por água mas... onde limpar a seguir!? Às calças cobertas de pêlo de cavalo, ao cobertor pousado na carroça desde sempre...
Podem-se estar a rir desta afirmação, mas ela é fundada nas mais recentes e inovadoras teses sociológicas.
Perceba-se:
hoje faz sentido lavar as mãos; Depois de as lavarmos, tudo o que tocamos é limpo. A secretária de trabalho é limpa todos os dias com Ajax misturado com fungicida, as nossas roupas são lavadas todas as semanas com glutões infalíveis, temos sabão por todos os lados! A nossa existência é rodeada e definida por dezenas de produtos de limpeza. Até quando acabamos a refeição nos dão aquelas toalhitas húmidas com perfume de limão.
Mas há séculos atrás não era assim.
Convivia-se com a comunidade bacteriana de forma natural.
Quando alguém adoecia, paciência. Azar. Calhava a todos...
Hoje o mundo é um lugar muito diferente para viver.
Hoje sentimo-nos mais seguros.
Os países árabes podem planear atacar-nos com ogivas nucleares. Rajadas de mísseis terra-terra podem estar neste momento apontadas para nós. Todo o arsenal bélico dos fundamentalistas mais atrozes pode estar a ser reforçado. Isso não importa. Nós temos a Procter&Gamble! Nós temos a Lever! Nós temos um progresso científico imbatível no campo dos detergentes!
Eles podem-nos bombardear à vontade.
Que o façam.
Temos todo o tipo de detergentes possíveis e imaginários.
Atingimos o máximo no campo da segurança higiénica.
Podemos afirmar, inabaláveis, que estamos muito perto da imortalidade.
Esses malvados terroristas podem descarregar em cima das nossas cabeças a totalidade dos seus explosivos - não há problema: nós temos todos os meios necessários para limpar toda a porcaria que fizerem.
A primeira vez
Ficamos sempre tensos com a primeira vez. Seja do que for.
A primeira vez que fazemos o nó dos atacadores sozinhos.
A primeira vez que damos um beijo.
A primeira vez que conduzimos.
O primeiro dia de trabalho.
O primeiro encontro.
E claro: "A" primeira vez.
Mas porque é que nunca ficamos igualmente nervosos com a segunda vez? Ou com a terceira vez?!...
...digo-vos: alguém nos anda a meter minhocas na cabeça.
Protagonismo
De certeza que já viveram isto, de uma forma ou de outra - no trabalho, em casa, no vosso grupo de amigos:
- X, o que tens a dizer sobre isto, pá? Fala! Queremos todos ouvir o que tens a dizer!
O que se segue, regra geral, são momentos de balbúcia, nervosismo agudo e suor a escorrer de todos os poros...
...mas porquê?!?!
A resposta pode estar num ponto minúsculo e quase invisível, mas esclarecedoramente importante:
Porque no fundo, no fundo, todos estamos habituados ao segundo plano.
Estamos todos habituados a perder em quase tudo.
Façam as contas!
São milhares de candidatos à medalha de ouro da maratona, mas só um é o primeiro. São cerca de 30 alunos numa turma a lutar pelo pódium, mas só um é o melhor. São dezenas de capas de revista a serem impressas todas as semanas, e nós nunca vimos nelas...
Nós somos, para o melhor e para o pior: o zé-povinho, o common-man, somos a 'massa', o panorama geral.
São tantas as situações da vida em que nunca somos destaque que acabamos por nos habituar à ideia. Daí que, ao mais pequeno convite para sairmos da sombra e ficarmos debaixo dos holofotes da atenção geral, entramos em pânico. Admitam: não estamos habituados a tanto protagonismo. E de repente, quando a vida nos dá essa possibilidade, o nosso sistema nervoso entra em colapso.
Por isso, caros patrões: deixem-nos em paz.
Se nos querem dar protagonismo, por favor, não nos peçam para subir ao palanque, mas aumentem gigantemente o nosso ordenado.
...entrar no Banco e ter o gerente a estender-nos um tapete vermelho.
Esse sim! Esse é o tipo de protagonismo que todos nós ambicionamos.
Calvin & Hobbes #4
O "Público" voltou a ter disponíveis online as tiras do Calvin.
ACHO BEM!!!!
Já não era sem tempo...
Grrumpf...
A primeira vez
Pela primeira vez fui citado / referenciado num blog que não escrito por mim.
http://pongamosquehablodemadrid.blogspot.com/
Pôxa!
: O
Walden e os E.U.A.
Pelos vistos, o Bush ganhou mesmo.
Olho para este cenário e relembro o primeiro livro verdadeiramente americano que li: "Walden ou a vida nos bosques", de Thoreau.
Talvez, afinal, aquela América de que nós gostamos mesmo esteja só ali, escondida, relegada para o meio da mata. Talvez Shyamalan tenha dito tudo com "The Village"...
Alguém sabe de uma mata livre?
Portugoulag
Estou em Lagos. De camisola. De botas. Em Novembro. Na Pousada da Juventude. Estou rodeado de jovens estrangeiros. E estão todos, sem excepção, de chinelos de praia nos pés, de toalha ao ombro, ar relaxado e nada contraído... Estão na boa!
Mas o que é que esta gente faz aqui nesta altura do ano!?!?!
Não estudam!?!?
Estão desempregados!?!?
(...)
A minha teoria é que nos países deles, quando alguém se porta mal, inevitavelmente leva com a temível sentença:
-Von Braun... és um mau tipo! Vais por isso duas semanas para o Algarve, em Portugal! Vais ver o que é bom para a tosse. Toma! Leva isto: calções de banho, uma toalha de praia, t-shirts e uns chinelos. Agora põe-te a andar antes que eu te mande para a ilha da Madeira!
-Oh, não!...
Será que para eles Portugal é uma espécie de prisão? Um novo goulag!?
Não percebo...
gel para cabelo #2
O gel para o cabelo foi a maior invenção. Desde a roda, claro.
Antigamente, as pessoas usavam chapéus porque não havia maneira de controlar os cabelos rebeldes logo pela manhã; Não havia gel; era o caos. Mas gradualmente as empresas de cosmética e, conta-se, até o próprio departamento de R&D da América, se dedicaram a resolver este problema: -Como controlar o cabelo? Como deixar de usar os terríveis chapéus que nos atormentam há séculos!?
A História mostra-nos algumas soluções infelizes; na França de Louis XV as perucas foram uma das tentativas; cabelo falso para ocultar o feio e despenteado cabelo verdadeiro...
No Egipto antigo chegavam mesmo a rapar as tolas. Ideia daí em diante também adoptada pelas tropas por esse mundo fora. Não fosse um pequeno grande detalhe: o cabelo cresce, e rapar a careca todos os dias é tudo menos prático; vai daí surgiram imediatamente os capacetes...
É pois, por isso, que o mundo delirou e parou ao ver, finalmente, o nascimento da brilhantina!! Logo se seguiram cópias indevidas, como a aplicação do óleo Johnnson. Mas enfim, tudo faz parte do processo convulso que são as revoluções que mudam o mundo. Revoluções essas que, neste caso, por todo o rol de desenvolvimentos técnicos, vieram hoje desembocar no gel para o cabelo!
E foi assim, portanto, que deixámos de usar chapéus.
Regra #1 para poupar
Para poupar dinheiro é preciso uma base fundamental: SOBRAR dinheiro!
Acho que é esse o grande esquecimento de muita gente que comanda este país;
Coitados...
Esquecem-se!
Esquecem-se que os restantes mortais (nós) ganham parcamente e têm de pagar, com esse parcamente, ao contrário deles: as portagens, a gasolina, os seguros do carro, os almoços, e têm ainda de descontar para a segurança social e IRS sem hipótese de fuga. ah, e não tem ainda aquele subsídiozito que dá sempre jeito... sabem, aquele, o das "despesas de representação", que é porreiro para comprar uns fatos ou um Maurice Lacroix.
Enfim, uma chatice.
O problema fulcral, posto isto, é só um: dinheiro.
No tempo da troca de uma galinha por 20 pães nada disto era assim. Não senhor. Nesse tempo as coisas andavam controladas. O défice não explodia e as fugas ao fisco eram bem mais difíceis.
Mas esse tempo já lá vai. E isto de contar 'heróis' ao fim do mês - é difícil!, não é como a gente aprendeu no Monopólio...
tiras
Não tenho complexo nenhum em dizê-lo:
por mim, os jornais existiam meramente pelas tiras cómicas. Podiam imprimir apenas o nome do jornal na capa e deixar o resto em branco, desde que na última página viessem as tiras cómicas, a exuberante inteligência mordaz de uma piada, o traço simples num desenho e nas personagens que habituamos a nossa alma a cumprimentar todos os dias.
PORQUÊ?
...porque é que toda a gente reclama se encontra um pêlo ou um cabelo na comida, mas toda a gente encara como perfeitamente normal um belo prato de entremeada com os couratos cheínhos de pêlos de porco bem chamuscados?!...
Gel para o cabelo
Se virmos bem, o gel para o cabelo é maioritariamente usado para levantar cristas e espigar pontas. Como tal, podemos considerar o gel para cabelo como um estimulante, uma espécie de lubrificante capilar... melhor, um Viagra capilar de efeito imediato e que, ao contrário do seu amigo comprimido azul, é estimulado no momento exacto em que se aplica e não pode mais ser tocado, sob pena de quebrar o efeito tipo-encantamento-da-serpente.
O cowboy que há em nós...
Ultimamente tenho andado extremamente feliz.
Isto porque descobri um modo completamente fácil de recuar no tempo e recuperar um pouco de fantasia para a minha vida. E tudo se prende com essa figura mítica e secular do cowboy. Deixem-se de especulações sexuais, meus amigos! Falo de fantasia de Carnaval, não da fantasia que essas vossas mentes perversas estarão a magicar! Algo transversal a todos nós! Algo único! Fabulástico! Verdadeiramente incrível!
E a história reza assim:
Em pelo menos 31 carnavais vesti-me de cowboy. E é fácil de perceber porquê: a primeira vestimenta carnavalesca que os meus pais me compraram foi a de cowboy, e como não tínhamos muito dinheiro, a partir daí acabei por ficar sempre vestido de cowboy (ainda fiz uma incursão pelo Zorro, num fato emprestado, mas a coisa não correu bem).
Ora qual não foi o meu espanto quando, há dias, descubro uma maneira muito fácil de recuar a esses tempos, e isto sem deixar a minha indumentária 'casual' de trabalho de seg-a-sexta!
É muito fácil:
Coloquem uma mão cheia de moedas de euro nos dois bolsos (este detalhe é fulcral: nos 2 bolsos!). Depois, munam-se de coragem e partam para a aventura. O que vai acontecer é que, a cada pé pousado no chão, se siga um tilintar só semelhante ao das esporas de um verdadeiro Cowboy do Oeste Americano!
É maravilhoso.
Podem depois apurar o som, conseguindo um refinamento extremo pela conjugação de moedas com botões de camisa e restos de lenços de papel, para que neste remix bolseiro (é lindo) atinjam a magnificência e se auto-inspirem a vestir o verdadeiro porte corajoso e altaneiro do grande cowboy que, no fundo, há em todos nós, homens.
Por ora, meus amigos, tenho de partir.
Há um pôr-do-sol à minha espera.Fiquem bem.
! RECORDE PESSOAL !
Consegui marcar:
-o cód. de exterior
-o cód de acesso pessoal
-e o número de telefone
...tudo isto, em apenas 3 seg e meio!
uau!!
acho que alcancei os mínimos olímpicos!
ganhar dinheiro, muito dinheiro
A vida está difícil, eu sei.
Mas acabo de ter uma ideia fabulosa que nos pode tirar a todos da cepa torta.
Procuro um sócio. É isto que quero dizer.
Para quê?
Ora, para a ideia mais genial do novo milénio!!!!!
O conceito é simples: fretamos alguns daqueles camiões de dois pisos, de transporte de automóveis. Fazemos um percurso Lx-Porto-Lx. E a ideia é as pessoas entrarem com os seus carrinhos nos nossos camiões e nós fazermos todo o transporte. Assim, em vez de 6 carros gastarem 6x gasolina e 6x portagem, gasta apenas um, o camião. No final da viagem, nós, os verdadeiros camionistas, distribuímos os custos pelos 6 "passageiros" e acrescentamos ainda o nosso mui merecido ordenadito. A malta vai no seu carro a ler, a dormir, e sem stress. E nós prosperaremos.
Muito fácil.
melhor?... só na Farmácia.
Desculpe ter perguntado....
(aqui do dept.º)
-O Sr. Adão está por aqui?
-Não, não... Para encontrá-lo tem de sair por esta porta, virar à esquerda, apanhar o 39, sair depois junto dos cafés Conde e perguntar onde é a loja da Mariquinhas.
-Desculpe?!?
-Ouça lá, você 'tá num open-space! Tá à espera de quê? De gente escondida debaixo das secretárias ou a trabalhar com os baldes do lixo enfiados na cabeça!? Abra os olhos e vai ver que o encontra...
TOTOLOTO
O chefe de um amigo meu ganhou o tolotolo.
Estou chocado.
Eu pensava que isso era virtual.
Que 'alguém' ganhava, mas nunca se sabia bem quem era, nem que alguma vez o víssemos na nossa inteira e física existência.
Pensei que era assim um mito.
Como Roswell.
Como o Elvis ainda poder estar vivo, algures por aí, a jogar à Sueca e a virar shots de gelatina...
Eu pensava que ninguém ganhava mesmo!
Andei anos a jurar para mim mesmo que esse era o principal objectivo da Santa Casa: criar em nós a fé, a esperança, fazer-nos acreditar, mesmo sabendo que não haveria nada de concreto por que acreditar.
...mas agora que sei que o prémio existe, que ele é real, que há MESMO pessoas que o ganham, desde então que só penso numa coisa:
-como é que eu poderei extorquir-lhes algum!?
Patagónia
Sempre que faço esta pergunta as pessoas ficam a olhar para mim como se eu fosse um exilado da Patagónia completamente perdido neste mundo; mas eu faço-a de novo:
-alguém me explica porque é que havemos de ter folhas brancas e escrever com caneta azul e não, por oposto, o normal das coisas ser termos folhas pretas e escrever com caneta branca?
Vão-me dizer que a resposta é óbvia.
Ok.
Mas então, questionem-se sobre isto: quem vos ensinou a debitar tais conjecturas?, hein, meus amigos!?
falar bem
novas adendas ao novo dicionário da nova língua portuguesa;
motivo: supressão de sílabas em prol de uma maior simplificação, também visto como "ninguém cumpre e não, por isso mais vale mudar mesmo":
-runião
-tefone
-peciso
ex.º: numa runião é sempre peciso haver um tefone.
luta subliminar?
como combater G.W.Bush?
ora, usem pequenas armas, truques subtís; porque não, por exemplo, toda a comunicação social do planeta passar a escrever o nome do presidente em minúsculas?
O debate de george bush com John Kerry...
O presidente george w. bush promete...
Em visita oficial, george bush não conseguiu...
Chegado a Portugal, george bush e santana lopes...
...ops!
OBCECADOS PELO tamanho
Somos obcecados com o tamanho.
É verdade. É mesmo a sério. Não descuidem disto. Está provado. Senão reparem: o que é que todos os super-heróis têm em comum? R: o tamanho.
Quer no corpo, quer nos títulos.
São todos super, giga, mega, tera!... E se não o são, pelo menos invocam-no: Homem de Aço, Homem de Ferro, Tempestade, ...
De onde vem esta nossa obsessão pelo tamanho? E sobretudo: de onde vem esta nossa obsessão pelos tamanhos grandes? Até no McDonald's nos excitamos todos por um Super-Size! E quando vamos renovar o BI?
-Desculpe, mas podia ver a minha altura outra vez?
-Ó jovem, você tem 1,78m...
-É que eu acho que me está a tirar muito, por causa dos sapatos?
-Estou a tirar-lhe o mesmo que a toda a gente...
-É que eu em casa tinha 1,79m!
Ou então:
-Ena, vou levar esta camisola!
-Mas isso é um XL! Tu vestes um M...
-Pois, mas o preço do XL é o mesmo! Assim levo mais algodão e polyester pelo mesmo preço!
Um drama...
E voltando ao campo dos super-heróis, porque é que estes não podem ser minorcas? Porque é que não podem, pelo menos, ser heróis devido a pequenos detalhes, ínfimas particularidades, sensíveis e infinitesimais características? Porque é que têm de ser grandes em qualquer coisa, e não pequenos em qualquer coisa? Porque é que os promovemos como super-fortes e não como mini-fracos?
Não percebo... A sério...
Por exemplo, porque é que o Val Kilmer tem de ser o Batman e o Danny DeVito o vilão? Só porque o DeVito é baixote!?!
Não pode ser. Isto não pode continuar. Temos de combatê-lo.
Se realmente não é verdade que o tamanho é que conta, façamos a apologia do Micro-Man, do Mini-Man ou do Grain of Sand Man! E de uma vez por todas: não chamem ao Smart "um carro giro" e ao VW Touran
"uma espada dos diabos".
Eu tenho esperança.
Quem sabe, um destes dias ainda ouço alguém:
-Sabes, ela namora com um tipo 10cm mais baixo e muito mais magrinho que ela.
-A sério? Fantástico. Que sorte!
questão existencial #1
Porque é que "boca de incêndio" se chama "boca de incêndio" e não, simplesmente, "torneira de água", ou até mesmo "boca de água"?!?!?
Estão com medo de quê?!
...Da malta que tem sede poder chegar ao pé da torneira e vir ali beber água?!
E então por isso chamam-lhe "boca de incêndio"?
Para quê?
Para a malta ficar com medo de rodar a torneira e apanhar com uma labareda nas trombas!?!?!...
A pergunta da semana...
...pelo melhor blog do momento, http://estranhoamor.blogspot.com/:
" Com que sonham os cegos de nascença? "
Diário de Maria #2
Querida revista Maria,
tenho uma aranha a fazer rappel no monitor do meu computador.
Gostaria de lhe tocar, mas tenho medo que me morda. Por outro lado, gostaria também de ficar aqui a vê-la, mas o meu chefe depois acusava-me de preguiça...
Terá esta relação algum futuro?
O que faço?
(cubist-bloguist art)
/////
.
O 0
L
___
(passei meia-hora a tentar fazer bater isto certo,
por isso não reclama, ok!?!)
Magnetic Fields, Aula Magna, 004.10.20, 21:30h
meus amigos, receber o efeito de íman deste quarteto só nos faz tomar conta de que ' it's not just about music, it's about our stories '.
"and all the umbrellas in London couldn't stop this rain
all the dope in New York couldn't kill this pain
all the money in Tokyo couldn't make me stay"
O que é que tu és?
Alguns de nós somos aquilo que somos,
outros são simplesmente assim mesmo,
outros são aquilo que podiam ser mas nunca serão,
outros ainda são aquilo que não são mas insistem em querer parecer ser,
e há mais,
muito mais,
como os que são o que os outros dizem que eles são,
como os que não são mais do que uma repetição,
como os que são alguma coisa sem o ser...
mais,
muitos mais,
mas o que temos de comum entre todos é isso:
-temos mesmo que ser qualquer coisa.
E tu; o que és?
Comics
As tiras cómicas SHELDON, do Dave Kellett, são mesmo o melhorzinho que anda por aí.
É o que dá o Público_Online cortar-nos as vazas constantemente e deixar-nos dias a fio sem uma única tira do Calvin & Hobbes.
Pedofilia?
Cabalas?
Conluios?
Censuras!?!...
...meus: acordem para a vida! o verdadeiro problema está nas tiras cómicas dos jornais, que cada vez mais são da pior qualidade e, digo-vos eu, não é por acaso. Malta, acreditem nisto, eles estão-nos a cortar o Calvin e não é por acaso. Eles tiram-nos tudo. E agora até os sorrisos...
(Sobra-nos a campanha da EDP)
notícia: "Google ajuda a libertar refém australiano"
"Um jornalista australiano raptado no Iraque foi libertado depois de os seus raptores fazerem uma busca do seu nome na Internet, através do popular motor de busca Google. John Martinkus foi raptado sábado e libertado quando, através de um "site", os seus raptores confirmaram que ele era quem afirmava e, portanto, não trabalhava para a CIA ou para uma empresa norte-americana."
...Prémio Nobel para o Google, um dia destes?
Ou talvez, quem sabe, Google para Presidente dos E.U.A.! Ena! Isso seria fantástico! "Google for President! GOOGLE 4 PRESIDENT!!! GOOGLE 4 PRESIDENT!!!"
Cereais
chiça,
ele há cereais de pequeno-almoço feitos de arroz tufado, de maíz, de trigo, de milho, e até aposto que há cereais feitos de farinha de mandioca! mas alguém me explica, por favor, porque é que ainda não há cereais de pequeno-almoço feitos de batatas fritas!?!?!
Dói
quando se martela o próprio dedo:
é suposto esgrimir apenas um agudo "mi",
ou simplesmente alongar o mais possível o rol de palavrões escabrosos que conhecemos até ficar roucos?
Olá amigo
o álbum póstumo de Eliott Smith, 'from a basement on a hill' está aí a chegar.
olá de novo, amigo.
como estás?
vem depressa para te dar um abraço e falarmos um pouco.
levas-me?
sempre que o vento sopra, tu passas por mim, em ziguezagues constantes, sobre uma folha de palmeira e a erguer uma vela de dois metros de altura bem segura pelas duas mãos.
se o vento for para oeste, e depois para sul, levas-me contigo?
a luz ideal
A melhor maneira de definir o tom mais ajustado da luz para estar a trabalhar em frente de um monitor é: "psicologicamente deprimente mas visualmente calmante".
Por outras palavras, à meia luz.
Diário de Maria
Querida Maria,
as pessoas que ouvem o meu programa de rádio não reconhecem a minha voz.
Terei algum problema?...
será chuva?
com este tempo a única coisa que apetece fazer à escrita é mesmo pô-la de molho.
isso e ficar a ver as gotas a brincar ao escorrega pelos vidros abaixo.
revistas vs. jornais
o mundo divide-se em dois tipos de pessoas:
-os jornais-type
-e os revistas-type
eu sou um "revistas-type" com muito de sumplementos-de-jornais-type.
Aviso Nº 237745/2004
(recebido via mail)
A Protecção Civil adverte:
Se, por engano, o Ministério da Educação colocou algum professor em sua casa, é favor encaminhá-lo para o estabelecimento de ensino mais próximo.
É importante manter a calma e fazer de conta que é uma situação normal...
Obrigado
a verdade, e nada mais que a verdade!
para os que duvidaram do post anterior, sobre as lesmas:
- SIM! É VERDADE! O VISCO DAS LESMAS NÃO AJUDA NO TRATAMENTO DA ACNE.
pelo sucedido, o bla-bla pede aqui, e já, neste momento, neste preciso momento instantâneo, sem açúcar, as suas imediatas e mais humildes desculpas.
...na realidade o visco das lesmas é um dos ingredientes utilizados para fabricar o fixante das lacas de cabelo.
explicações feitas.
Lesmas
Vocês talvez não saibam, mas as lesmas da Nova Zelândia são animais fantásticos. Segundo consta, o visco que elas deixam tem propriedades organoléticas maravilhosas contra rugas, alergias, irritações de pele, queimaduras, acne e parece até que é excelente como doce para tostas e condimento para sopas. O problema, lá na terra, parece ser um conflito de paixões. A sério. Tudo porque a comunidade lesmóide não vai muito à bola com os filmes de Peter Jackson. E com isto o caos está instalado. Para ajudar à festa, os caracóis iniciaram uma aliança com a comunidade lesmóide que, parece, está a gerar não só um buraco financeiro, pela fraca afluência às esplanadas da terra, como igualmente um caos político, com os presidentes da câmara de cada região a apontarem o dedo a uns e outros. Uma vergonha.
Enquanto isso, os putos nos seus jardins continuam a usar pequenas baterias para fazer experiências científicas sobre as desgraçadas das lesmas, de onde a electrocução é a mais frequente.
Assim vai o mundo, meus amigos...
Calvin & Hobbes #3
mais uma vez, hoje o Público_Online tem a tira do Calvin indisponível... é mais um dia não bom.
no meio do maëlstrom
admiro-te. pela tua coragem. o sufoco. aberto. o peito. aberto. um olho. outro olho. a boca. sem sofrimento. admiro-te. pelo teu esforço. admiro-te. contra. tudo. todos. a levantares-te. admiro-te. assim. doce. amargo. a erguer um dedo. a escrever uma letra no chão. no cadafalso. admiro-te mais ainda. por isso. por mais isso. por mais que não digo. não posso. mas admiro. de longe. a observar. a beber da tua magnífica. força. liberdade. inteligência. independência. a dizer para mim. no meio do maëlstrom. no meio do maëlstrom. no meio do maëlstrom. no meio do maëlstrom. a fazer caracóis nos cabelos. no meio do maëlstrom. no meio do maëlstrom...
Calvin & Hobbes #2
A tira do Calvin&Hobbes está hoje, novamente, indisponível no Público_Online...
Hoje é mais um dia não bom.
escrita derivada
diz-se por aí que as rotundas com sal despejam mais detritos e sem qualquer ponto ortográfico! tem tudo a ver com a sintonização dos canais de rádio, na onda média, onde a cor vermelha da estação anterior passou a rosa velho, muito mais apreciada pelos enólogos por ser uma medida activa e não meramente preventiva, tal como, aliás, já falava a National Geographic que iria acontecer com o degelo dos pólos Norte e Sul.
É uma consequência trágica, mas o facto é que pelo que se tem verificado na pecuária, e sobretudo na indústria dos alfinetes, o design de mobiliário de escritório tem sempre a ver com o preço do crude, e com os vírus informáticos, pelo que já não há cebolo para transplantar na Póvoa de Varzim.
Parece que tudo tem a ver com o 'blue-ray', a substituir o José Peseiro no Sporting, onde a compressão de entulho tem trazido manifestos prejuízos para as empresas de maionése, abrilése, junhése e até de novembrése...
...qualquer semelhança entre este tipo de discurso e o proferido pelos dirigentes políticos da nossa praça é, como já devem ter descorrido por vossas próprias cabecitas, pura coincidência...
!! Resposta ao Enigma !!
Lembram-se?
"Um homem acorda a meio da noite com sede. Levanta-se ensonado, vai até à cozinha, acende a luz, abre o frigorífico, bebe água, fecha o frigorífico, apaga a luz e deita-se. No dia seguinte quando se levanta, olha pela janela do seu quarto e atira-se. O que aconteceu?"
Pois então eis agora a resposta, com um abraço de Parabéns à Rosa:
"O homem é faroleiro. A luz que ele apagou foi a do farol... De manhã quando acorda e repara no erro que cometeu... atira-se!"
bla-bla: o blog Einstein com tendências Poirot
formigas na barriga
já sentiram?
às segundas-feiras?
quando vêem o mundo à volta passar por vocês como se estivesse em slow-motion e quisessem saltar fora do videoclip, mas não conseguissem?...
...é lixado, não é?
deixem lá; há coisas piores; como ver à vossa frente alguém tomar a decisão rápida de "despedir" uma pessoa, assim, como um estalar de dedos, uma simples troca de aparelhos que ainda estava na garantia...
salvem-nos... ou salvem o Bernd
o mundo está perdido...
não sei se isto é fruto de muito humor montypythiano, ou de flúor dentífrico em excesso...
http://www.krohm.mynetcologne.de/bernd.htm
that's me
encontrem o vosso Norte ideológico; para tal, basta fazer a "Bússola Política".
segundo eles, eu sou assim:
Esquerda / Direita: -7.38
Autoritarismo / Libertarianismo: -3.28
eu já suspeitava que era um g'anda libertário, caraças!
g'anda maluco!
para fazeres tu, clica aqui!
Ajudem-me P.F.
eu sei que sei isto, ou já soube, mas não me lembro da resposta!
argh...
Um homem acorda a meio da noite com sede.
Levanta-se ensonado, vai até à cozinha, acende a luz, abre o frigorifivo, bebe água, fecha o frigorifico, apaga a luz e deita-se.
No dia seguinte quando se levanta, olha pela janela do seu quarto e atira-se.
O que aconteceu??
PROCURA-SE!!!!
Escorredor de louça
cromado
com pontos de ferrugem nas zonas de soldadura
2 anos de uso
35 cm por 20cm
possui zona de pratos, copos e dois recipientes para talheres
pede-se a quem souber do seu paradeiro que contacte este blog.
obrigado
Jornal Público comete ERRO!
Hoje no Jornal Público rezava assim uma notícia, na área da Sociedade:
"Só 2,8 por Cento dos Centros de saúde têm ligação à internet"
Perante isto, apetece dizer ao jornalista do Público - - "Dûh!!!!..."
É óbvio que esta situação provém de muita reflexão, ponderação e de muita inteligência táctica de quem está à frente da área, no Governo.
É tudo pela prevenção.
Sem ligação à net, não há vírus, meus senhores!
Até uma criança vê isso...
parafusos...
O problema dos parafusos nem é tanto a variedade;
há os autoroscantes, os de cabeça abaulada, os de ferro, os de latão niquelado, os de aço inox, compridos, curtos, de 2mm, de 8mm, enfim... No que toca a parafusos, há de tudo, até expressões populares.
A mim, contudo, o que me chateia profundamente nos parafusos é serem tão rijos que nos dão cabo dos dentes!
chamas acesas
por causa da saída de Marcelo Rebelo de Sousa da TVi, a maioria dos blogs que por aí cresce anda com a chama bem acesa. Por isso, aqui vai um penso rápido
(ploc!)
e um cubo de gelo
(tssssssss.........)
...para amainar os calores deste período 'caliente'.
bla-bla: o blog de serviço público, sem taxas moderadoras.
escreve, pá - escreve todos os dias
não é para manteres uma média baixa de erros ortográficos, é mesmo para agilizares a tua cabecinha pensadora.
rendas!
como é que não hão-de estar em extinção os fétichistas deste mundo?, a 600 euros o preço do metro!!! isto já para não falar dessas delicodoces criações italianas, que devem passar bem para lá dos 1000 euros o metro!...
tss...tss... não há direito.
perceves ou não perceves!?
porra,
sou eu o único ou há mais alguém por aí que também acha estas coisas mais parecidas com caninos de javali arrancados à força!?
não deixam de ser de bom paladar, lá isso é verdade...
um metro e oitenta
alguém por aí me sabe dizer onde posso encontrar um metro e oitenta de molares postiços?
(que foi!? porque é que está toda a gente a franzir a testa?!?)
parcialidades do Word
porque é que o Microsoft Office Word nos recomenda a escrita de "Israel" com a primeira letra em maiúscula e não recomenda o mesmo para "Palestina"?
paladares do outro mundo #6
sobremesa argentina: triturar unhas de Lama, cozer com chispe, acrescentar gelatina de porco, juntar tudo e mexer bem; entretanto, por na liquidificadora rim de javali e acrescentar natas; passar para a batedeira até ficar em ponto caramelo; juntar um fio de chocolate preto derretido a gosto; colocar tudo numa taça grande e mexer com a colher de pau; servir frio, de preferência decorado com patas de traça tostadas no forno ou no micro-ondas.
bla-bla não é de certeza
caros ministros anedóticos,
ponham os calos de molho e tirem os dentes do ciso; façam mais amor com as vossas mulheres e mudem o discurso.
a sério: metam esses cús a mexer e optimizem a eficácia dos organismos e sistemas de serviço público; pois quando ninguém tiver de perder uma hora para, literalmente, absolutamente, não conseguir resolver um chavo, talvez as coisas mudem.
até lá, por favor, não me chaguem com a história de maior produtividade.
Popular Posts
-
A rubrica semanal da SIC estreou agora como programa integral de uma hora, ao final da tarde. O " Nós Por Cá " já era falado e re...
-
Está formalmente e finalmente online o www.parlamentoglobal.pt . O Site Parlamento Global reúne portanto um conjunto de infografias assinad...
-
" REBELDE WAY " vai estrear na SIC em Agosto. Mas já há vídeos online. Acho curioso, olhando para o site, que estão criadas contas...
-
Arranca hoje o site de Fátima Lopes, fatima.tv » A apresentadora da SIC conta reunir aqui não só dicas de beleza e moda, como igualmente os...
-
O site oficial do PSD - Partido Social Democrata - foi redesenhado e relançado hoje. Vídeos, maior dinâmica visual e alguma integração de ...
-
Vem aí o novo programa de Luciana Abreu - LUCY: www.sic.pt/lucy » Luciana Abreu estará a preparar com Nuno Santos uma presença muito ao est...
-
Lembram-se? " Um homem acorda a meio da noite com sede. Levanta-se ensonado, vai até à cozinha, acende a luz, abre o frigorífico, be...
-
via Instagram http://ift.tt/21obrjm
-
Está online a nova versão do hi5 . Um look & feel ligeiramente mais teen e rebelde, com opção por um lettering marcadamente gordo e quas...
-
A SIC continua a reformular o seu site web, desta feita com a criação de uma nova área - programas. De facto, era uma falha incrível que fac...
Blogroll
Categories
- 2007 (22)
- 2008 (27)
- 2009 (37)
- 2010 (5)
- 2010 social media (1)
- 2012 (5)
- 5meianoite (1)
- 5meianoite rui veloso boinas (1)
- aeiou web design novo (1)
- alvim (1)
- amazon (1)
- android (1)
- angry birds (1)
- apple (1)
- arquitectura (3)
- aviao (1)
- bebes (1)
- best (107)
- blogs (6)
- boinas (1)
- bombeiros (1)
- bonecada (30)
- branding (1)
- business (1)
- buzz (1)
- campanha (1)
- canal (1)
- carros (1)
- caso (1)
- comida (11)
- compras (25)
- condomínio (5)
- confusao (1)
- conversas (43)
- cozinha (1)
- crise (1)
- cristiano ronaldo filho mae (1)
- cronica (1)
- design (32)
- digital (1)
- doces (1)
- facebook (1)
- ferias livros nokia (1)
- foto (27)
- fotos (2)
- fun (137)
- futuro (1)
- galaxy (1)
- game (1)
- gente (1)
- gobern (1)
- gosto (125)
- grafismo (30)
- gripe (1)
- heroisdeportugal (1)
- hi5 (1)
- incrivel (1)
- instagram (372)
- ios (1)
- iphone (1)
- ipod (4)
- jogo (1)
- jogos (1)
- kid (14)
- links (15)
- mail (1)
- marca (1)
- marketing (27)
- marketing digital (2)
- martim (6)
- mena (1)
- miguel portas (1)
- mobile (7)
- movies (22)
- mulher (23)
- mundo (47)
- music (50)
- musica (1)
- natal (16)
- net (65)
- news (107)
- nilton (1)
- nokia mobile (2)
- noticias (2)
- novidades (74)
- odeia (19)
- parque (1)
- pedro (1)
- pensée (29)
- pessoas (7)
- piloto (1)
- pingo doce (1)
- playboy (1)
- pocoyo (3)
- portugal (1)
- pos graduacao social media mkt (1)
- prazeres (43)
- prendas (18)
- programas (1)
- promocao (1)
- pub (53)
- publicidade (1)
- publico p3 (1)
- ratos (1)
- redes sociais (4)
- redes sociais marketing digital (2)
- reflexões (57)
- responsabilidade social (1)
- revistas portugal penthouse (1)
- ricvisited (3)
- rita pereira (1)
- rtp (1)
- s3 (1)
- samsung (2)
- saudades (1)
- saudosismos (17)
- sIII (1)
- smartphones (1)
- social media (2)
- starbucks (1)
- telemoveis (1)
- times google guardian jornais pagos (1)
- tv (13)
- twitter (5)
- UI (6)
- usabilidade (29)
- vendas (1)
- viagens (11)
- video (149)
- vinho (24)
- viral (2)
- web (41)
- web social 2.0 like pizza (3)
- work (23)
- youtube (92)
